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terça-feira, 17 de maio de 2011

palavras doces para árvores amigas





O pinheiro e o castanheiro
Foram juntos passear.
Foram à terra do amieiro
Para um presente lhe entregar.

A oliveira e a videira
Brincam, brincam sem parar…
No verde jardim
Cheio de flores a brilhar.

O salgueiro a estudar,
O salgueiro a sonhar.
Sonha brilhar no teste
Que amanhã lhe vão proporcionar.

A oliveira dá azeitonas,
A tileira dá a tília,
Flores amarelas e chá
Que a dor alivia.

O azevinho e o alecrim,
Dois arbustos de encantar.
Nascem os dois da terra,
Para toda a gente alegrar.

O carvalho e o loureiro
Passam o dia a falar.
Falam, falam, falam sem parar
À sombra do luar.

A giesta, o tojo e a urze
Nascem livres no jardim
Falam de cada um
E dos segredos sem fim…

Ana Catarina e Ana Rita – 6º 1

Há muitas árvores
Muitos arbustos,
Que podemos ver e com eles
Podemos aprender a viver…

Uma árvore,
A aveleira.
Dois arbustos: o lilás e a forsythia
Todos eles importantes
Para viver.

A aveleira
Uma bela árvore.
Das suas flores nasce um belo fruto,
A avelã,
Redondinha
E muito durinha.

O lilás é um arbusto
No jardim o podemos ver.
Com o vento a abanar
Suas folhas vão tremer.

A forsythia é um arbusto
Suas flores bonitinhas.
Com um cheirinho muito bom
Vamos cheirar
Durante o dia.

Carolina e Alexandra – 6º 1

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Que flores, que cores...

Lilás, roxo ou branco
tanto faz.
És lindo na mesma,
encantas-me com a tua beleza!

Aveleira, dá avelãs
se for preciso
companhia,
lá se faz e se arranja umas romãs.

Forsythia, trazes alegria
para dar e vender.
Giesta do jardim,
linda ficas, quando as flores
estão a nascer.

Lilás,
és lindo de morrer
flores tão lindas
como tu
poucas no mundo deve haver.


As aveleiras lá hão-de nascer,
não te preocupes.
Elas dão-nos
que comer e até o lazer.

Forsythia,
giesta do jardim,
poucas deve haver
mas estás tão bem assim!...


Joana Isabel - 6º 1

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Nunca mais vou caçar

Era uma vez um caçador chamado Paulo que foi à caça de tordos.
Nesse dia, tinha acabado de matar o seu primeiro tordo, quando viu outro e foi a correr para ver onde ele parava; caiu em cima do tojo e gritou:
-Ai, ai, estou cheio de picos!
Depois disso, foi e viu um passarinho a pousar num carvalho. Foi até lá e viu que havia, na árvore, um ninho de tordos bebés.
Disse para si próprio:” …Nunca mais vou caçar!...”
Depois de chegar a casa, deu a notícia à sua mulher Zélia que nunca mais ia caçar.
- Ando a matar pássaros inocentes e que não fazem mal a ninguém - concluiu o Paulo.
Um dia, quando estava em casa a ver um pouco de TV, antes de jantar, viu uma reportagem sobre a vida animal e vegetal, na SIC.
Nessa reportagem, uma mulher informava que os ninhos que estivessem em árvores em vias de extinção não se poderiam matar. Seria mesmo considerado um crime.
O carvalho era uma árvore em vias de extinção e ao seu lado havia uma árvore que também estava quase a desaparecer: o freixo. Disto sabia ele, pois já os seus pais o avisavam e o despertavam para o respeito a ter com a Natureza.
Depois de ver a reportagem, decidiu ir plantar carvalhos e freixos num terreno perto da sua casa, que era seu. Essa plantação seria uma forma de honrar aquelas espécies e de dar a conhecer aos seus filhos que tal como os seus pais o ensinaram a respeitar e a proteger o mundo vegetal e animal, também eles iriam continuar com essa missão.

Ana Sofia Fernandes de Carvalho Nº6 - 6º1

quarta-feira, 24 de março de 2010

Chega a Primavera...




A Primavera chegou,
tudo está a florir;
adoro a Natureza,
que tanto me faz sorrir!

Há pássaros a cantar
e flores a perfumar.
Na Primavera, as pessoas
até gostam de cantar!

Ó doce Primavera,
as tuas flores são tão belas
e cheirosas
que me dão inspiração.

É das estações a mais bonita
aquela que está a chegar.
A flor fica aflita
por a abelha não a largar.

A Primavera é bonita,
bonita no meu coração.
Andam flores a cantar,
e folhas a brincar.

Olhos postos na terra, tu verás,
no ritmo da própria Primavera,
e com as flores e os animais
abrirás as mãos de quem te espera.


Carolina e Alexandra - 5º 1

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A Amizade Supera Tudo

Era uma vez uma menina chamada Josefa, que vivia numa casa escondida numa árvore. A Josefa era muito pobre, economicamente, mas de espírito era mesmo muito rica. Só que não tinha amigos.
Um dia, decidiu que queria visitar um país diferente e imaginar outras vidas, outros mundos. Para começar foi inventando nomes para o seu país. Depois de muito pensar, decidiu colocar o nome de “Amigácia” e aos seus habitantes chamar os “amigos”. Desta forma, a Josefa ia ter amigos…
Depois de ter encontrado o nome do país, era necessário visitá-lo e conhecê-lo. Imaginá-lo tinha sido fácil. Bastava fechar os olhos durante um instante. O pior seria mesmo visitá-lo e conhecê-lo.
Ora, como acabei de dizer, primeiro a Josefa imaginou-o. Era lindo! Tinha flores cor-de-rosa, roxas e azuis. As cor-de-rosa faziam um grande círculo; as roxas, uma linha compacta à volta das flores cor-de-rosa e as azuis, uma linda coroa, bastante larga, em torno das primeiras. Como já o tinha imaginado, agora só faltava conhecê-lo. Quando abriu os olhos, estava num novo país: “Amigácia”.
A primeira coisa que viu à sua frente foi um ecrã que dizia: “Bem-vinda ao nosso mundo. Tudo o que desejares, nós daremos, mas só podes formular dez desejos”. E a Josefa aproveitou imediatamente a proposta.
- Eu desejo ter muito amigos verdadeiros.
E rapidamente lhe apareceu no ecrã:
- “Tu desejas que os teus amigos sejam pessoas ou animais?”
- Desde que sejam meus amigos, aceito tudo – respondeu ela prontamente.
Então, num abrir e fechar de olhos, apareceram à sua frente muitos meninos, meninas, plantas e animais. Todos perguntavam:
- Queres ser nossa amiga?
- Sim, sim, quero – regozijava-se ela com tanta confusão de seres.
Apareceu, de repente, um cão que lhe disse:
- Já formulaste um desejo, mas ainda faltam nove. Antes de os dizeres, levas um destes amigos contigo.
- Tanto faz. Levo um qualquer.
Apareceram-lhe logo duas meninas: uma muito alta e exuberante no aspecto, e outra muito pequenina, mas com ar de alguém muito doce. A Josefa escolheu logo a mais pequena e disse-lhe:
- Bem-vinda ao grupo. Como te chamas?
- Eu sou a Sara.
-Eu sou a Josefa. Vamos conhecer-nos melhor e para começar, vamos dar uma volta por aí. Gostava que tu me desses a conhecer melhor esse país maravilhoso que está a preocupar-se tanto comigo. De certeza que tem muitos tesouros escondidos, daqueles que ando à procura, há muito tempo.
E lá foram as duas. Tinham já passado algumas horas, quando decidiram entrar numa casa abandonada. Estavam as duas muito atentas nas suas observações e descobriram ladrões que por ali andavam à procura de algo para furtar. A Josefa decidiu imediatamente pedir ajuda.
- Quero seguranças.
Apareceram de imediato. Esses seguranças prenderam os ladrões e as duas amigas puderam continuar nas suas deambulações.
Tinha já passado algum tempo e sentiam alguma fome e necessitavam, também, de abrigo e mais pessoas que as acompanhassem, pois sozinhas e sem uma família não dá gosto viver. A Josefa pediu comida, uma casa, roupas, brinquedos e uma família. Só restava pedir três desejos. Foi ao passar numa casa onde viu muitos pobres que decidiu pedir comida e roupas para todos os que estavam a necessitar. Tudo apareceu num instante.
Faltava, ainda, um desejo. Queria simplesmente voltar a casa com todas aquelas coisas que tinha conseguido. E foi mesmo isso que aconteceu. Mas quando estava quase a aparecer na sua casa da árvore, viu que a sua amiga Sara não estava com ela. Ficou aflita e muito preocupada com o que estava a acontecer. Tinha ficado em “Amigácia”.
Ela começou a chorar tanto e de forma tão sentida que numa brisa leve e rápida do senhor Vento, apareceu e apresentou-se junto dela a sua pequena Sara. A Josefa estava agora radiante e com a sua amiga começaram um nova vida naquele sítio. Tudo mudou, porque as amizades apareceram, fruto do entendimento, diálogo e ajuda que ambas começaram a proporcionar a todos os que ali viviam.
Apareceu, uns anos mais tarde, a aldeia dos “Amigos que vieram de longe”, precisamente junto à árvore da Josefa. Agora, essa árvore é um local respeitado e visitado por todos os que a visitam e querem conhecer a história que permitiu o nascimento de uma comunidade onde todos são verdadeiros amigos.


Laura – 5º1

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Finalmente, o encontro!

O dia 13 de Junho, sábado, foi um momento memorável para todos os alunos da nossa região que participaram no Projecto "Conectando Mundos".
A festa foi na nossa escola. Vieram alunos de Várzea de Abrunhais, de Lazarim, do Externato S. António, da Escola Secundária da Sé e Latino Coelho, assim como professores e pais.
Todos apresentámos os nossos trabalhos, cheios de cor, de actores e actrizes, de animais, de elementos da Natureza, tudo a condizer com o verdadeiro assunto do Projecto: O Efeito Borboleta e o Aquecimento Global do nosso Planeta.
Estava muito calor, mas ninguém desisitiu.
Ficámos a conhecer outros trabalhos e outras ideias sobre como preservar o nosso Planeta. Elaborámos um manifesto que irá ser divulgado internacionalmente e já está no blogue do Projecto: http://conectandomundospt.blogspot.com/.
Agora só temos de cumprir e fazer os outros cumprir as promessas que escrevemos.
Leiam-nas lá no blogue e depois comentem connosco.
Alunos do 5º 1

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Férias com a poesia

Deixo-vos dois poemas de dois vultos da Literatura: um português e outro de nacionalidade francesa. Estamos na Páscoa e a Primavera chegou. É tempo de esvoaçar, de preguiçar, de ler, de apreciar... Escolhi-os para os dedicar aos alunos, professores e todos os que seguirem o nosso blogue. Saboreiem...

Poema do afinal

No mesmo instante em que eu, aqui e agora,
Limpo o suor e fujo ao Sol ardente,
Outros, outros como eu, além e agora,
Estremecem de frio e em roupas se agasalham.

Enquanto o Sol assoma, aqui, no horizonte,
E as aves cantam e as flores em cores se exaltam,
Além, no mesmo instante, o mesmo Sol se esconde,
As aves emudecem e as flores cerram as pétalas.

Enquanto eu me levanto e aqui começo o dia,
Outros, no mesmo instante, exactamente o acabam.
Eu trabalho, eles dormem; eu durmo, eles trabalham. Sempre no mesmo instante.

Aqui é Primavera. Além é Verão.
Mais além é Outono. Além, Inverno.
E nos relógios igualmente certos,
Aqui e agora,
O meu marca meio-dia e o de além meia-noite.

Olho o céu e contemplo as estrelas que fulgem.
Busco as constelações, balbucio os seus nomes.
Nasci a olhá-las, conheço-as uma a uma.
São sempre as mesmas, aqui, agora e sempre.

Mas além, mais além, o céu é outro,
Outras são as estrelas, reunidas
Noutras constelações.
Eu nunca vi as deles;
Eles,
Nunca viram as minhas.

A Natureza separa-nos.
E as naturezas.
A cor da pele, a altura, a envergadura,
As mãos, os pés, as bocas, os narizes,
A maneira de olhar, o modo de sorrir,
Os tiques, as manias, as línguas, as certezas.
Tudo.

Afinal
Que haverá de comum entre nós?
Um ponto, no infinito.

António Gedeão


Le Printemps pas trop frileux.....


Tout est lumière, tout est joie.
L'araignée au pied diligent
Attache aux tulipes de soie
Les rondes dentelles d'argent.


La frissonnante libellule
Mire les globes de ses yeux
Dans l'étang splendide où pullule
Tout un monde mystérieux.

La rose semble, rajeunie,
S'accoupler au bouton vermeil
L'oiseau chante plein d'harmonie
Dans les rameaux pleins de soleil.


Sous les bois, où tout bruit s'émousse,
Le faon craintif joue en rêvant :
Dans les verts écrins de la mousse,
Luit le scarabée, or vivant.


La lune au jour est tiède et pâle
Comme un joyeux convalescent;
Tendre, elle ouvre ses yeux d'opale
D'où la douceur du ciel descend !
Tout vit et se pose avec grâce,
Le rayon sur le seuil ouvert,
L'ombre qui fuit sur l'eau qui passe,
Le ciel bleu sur le coteau vert !


La plaine brille, heureuse et pure;
Le bois jase ; l'herbe fleurit.
- Homme ! ne crains rien ! la nature
Sait le grand secret, et sourit.

Victor Hugo
Isilda Lourenço Afonso






domingo, 8 de março de 2009

PEQUENOS ESCRITORES - TERRA DO NUNCA

Aplausos para os vencedores do passatempo O PEQUENO ESCRITOR, na Revista Terra do Nunca - JN e DN de 08/03/2009

Estão de parabéns não só estes alunos, mas também a Susana e a Daniela que no dia 01/03/2009 também venceram o mesmo passatempo com as suas histórias. Já são quatro alunos que mostraram que são criativos e alguém os reconheceu.


Bravo. Continuem, porque quem trabalha e se esforça, tem sempre o seu trabalho reconhecido. São uns campeões da escrita.


Uma Aventura na Lua


Era uma vez um menino chamado João. Uma tarde, o João estava num parque a brincar, quando viu um jornal no chão. Aproximou-se e apanhou-o.
No jornal, havia uma notícia pela qual se interessou. Essa notícia era sobre a Lua e dizia que ela estava em perigo. Timha caído em cima dela uma pedra de fogo gigante que a abriu ao meio. O João ficou assustado e afirmou:
- Tenho de ajudar a Lua.
De repente, o João ouviu o pai chamá-lo e foi a correr ter com ele.
- Pai, já sabes da notícia? - perguntou o João.
- Que notícia? - respondeu o pai.
- Uma notícia que estava no jornal sobre a Lua - disse ele.
- Não, não sei, mas o que se passa com a Lua? - quis saber o pai do João.
- Caiu uma pedra de fogo gigante sobre ela e abriu-a ao meio - contou o João.
- Isso é muito grave, mas anda, vamos embora.
O João queria ajudar a Lua, mas não sabia como o fazer. Deitou-se na cama a ver as suas magníficas revistas, até que viu algo maravilhoso e exclamou:
- Já sei. Vou até à Lua num foguetão!
Correu para o pai e disse-lhe:
- Pai, pai! Já sei como posso ajudar a Lua!
- Então, como é, filho?
- Vou até à Lua num foguetão!
- Boa ideia! - exclamou o pai. Mas agora vai dormir que já é tarde. Amanhã falamos sobre isso.
O João foi dormir, mas estava sempre a pensar na notícia sobre a Lua.
- Pai, leva-me a um foguetão para que eu possa ir até à Lua!
- Claro que levo.
O pai do João levou-o até ao foguetão, despediram-se e a viagem correu sem qualquer problema.
O João chegou à Lua e ...
- Oh! A Lua é tão linda e tão brilhante! - exclamou o João.
A Lua era linda e brilhava por todo o lado. O João ficou espantado.
- Não sabia que a Lua era assim tão linda! Esta é a melhor aventura de sempre!
- João, João, acorda João! - disse o pai.
- Sim, pai, já acordei.
- Veste-te e vem ter connosco, que são horas de almoçar.
- São horas de almoçar? Mas então a Lua... Onde é que eu estou? Afinal, isto foi só um sonho! - exclamou o João.
A grande aventura do João tinha sido, afinal, só um sonho.

Ana Raquel Gonçalves Domingos - 5º1


Foi Mesmo Divertido
Era domingo. Na minha aldeia, caía a neve com toda a força.
Quando acordei, a minha mãe chamou-me para ir à janela. Fiquei boquiaberto! Nem queria acreditar no que os meus olhos viam! Estava tudo branquinho...
Logo a seguir ao pequeno-almoço, saí disparado para a rua com o meu irmão, brincámos na neve e construímos um gordo boneco de neve.

Estava muito frio e começámos a ficar com as mãos geladas. A minha mãe chamou-nos para irmos para dentro de casa e aquecermo-nos no quentinho da lareira. Isso iria saber mesmo bem!
Entretanto, já próximo do meio-dia, fui ver os meus queridos animaizinhos. Como estava neve, não podiam sair para passear. Tive de recorrer à forragem.
Regressei a casa, almoçámos e fiquei a brincar com o meu irmão e as minhas primas, que chegaram naquele momento, vindas de Lisboa. Tinha-lhes custado muito a viagem por causa da neve, que tornara algumas estradas intransitáveis. O que lhes valeu foi o limpa-neves ter desobstruído as principais vias de acesso à nossa aldeia. Mas elas vinham maravilhadas com a paisagem e já tinham tirado muitas fotografias. Até acabaram por tirar uma junto do nosso boneco de neve que parecia dizer-lhes:
"Hoje sou um herói. Graças à neve, renasci, mais uma vez. Há quanto tempo ninguém me construía... Pensavam que tinha morrido? Pois enganaram-se. Agora também vou ficar nas fotografias e ficar famoso lá por Lisboa, quando mostrarem as fotos aos colegas, ih, ih, ih..."
- Parece que o vosso boneco de neve se está a divertir como nós! Aqui até os bonecos de neve se riem. É fantástico! - exclamavam elas, eufóricas.
Ora, aproximou-se a noite e eu fui com a minha prima mais nova ver os animais. Ficámos muito surpreendidos quando abrimos a porta e vimos que a minha ovelha preferida estava a ter um cordeirinho. Até já se via uma patinha.
Fui a correr a casa chamar a minha mãe. Com a minha mãe foi também a minha tia e a minha outra prima mais velha. Assistimos todos ao nascimento do cordeirinho. As minhas primas fotografaram tudo com muita admiração, pois nunca tinham visto nada assim, uma vez que moravam em Lisboa!
Para mim, foi um dia especial, porque fiquei com mais um cordeirinho e agora é bom vê-lo brincar, saltar, pular e fazer travessuras.
Que bonita é a Natureza e como é bom viver no campo!

Ricardo Gomes Lopes - 5º 1