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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Um livro, um encontro, uma lição...

Queridos alunos,
Estou aqui apenas para vos recomendar um livro que foi editado há cerca de um mês e que é uma delícia. Tem o título de "Magalhães nos olhos de um menino" de Alexandre Parafita e Simone Fátima Gonçalves. Foi escrito pr estes dois vultos da literatura infanto-juvenil, com a ajuda da Internet, pois Parafita é português e Simone é brasileira. Tudo anda à volta de um diálogo entre avô e neto, a propósito da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães, um navegador que já estudaram ou virão a estudar na disciplina de história.
Não vou desvendar mais nada... A editora é a Plátano. Fui ver os vossos colegas do CEL que tiveram a honra de ser contemplados com o lançamento desta obra e tenho de vos dizer que foi um êxito. Prporcionaram-nos momentos cheios de cultura, história, literatura e até poemas escreveram sobre o enredo do livro. São mesmo alunos dedicados!
Não se esqueçam de o ler...
Isilda Lourenço Afonso

quinta-feira, 21 de maio de 2009

António Torrado (o Torradinho) visitou-nos!

Os alunos estavam ansiosos, curiosos e expectantes quanto à visita do escritor António Torrado. Achavam que era muito famoso (o autor da História do Dia) e é sempre alguém que para crianças e jovens parece um ser irreal.
Todos os alunos se encontravam no auditório da E.B. 2/3 de Lamego, alunos que frequentam os 3º, 4º e 5º anos de escolaridade do Agrupamento, tal como se tinha decidido em reunião do subdepartamento de Língua Portuguesa do 2º ciclo em articulação com os professores responsáveis pelo 1º ciclo.
E assim aconteceu como estava previsto! No dia 6 de Maio, a responsável pelo subdepartamento de Língua Portuguesa do 2º ciclo, que lhe tinha feito o convite, apresentou o escritor, já um pouco cansado, devido à longa viagem, mas logo muito alegre com uma interacção com os alunos que os colocou com os ouvidos bem atentos, os motivou constantemente com pequenos episódios da sua vida, lhes falou do seu percurso como escritor, respondeu às questões previamente preparadas, ou seja, fez a festa praticamente à custa das suas sensatas e sábias palavras. Até na sessão de autógrafos teve sempre uma palavrinha de carinho e de amizade para os alunos e professores. Um autêntico “gentleman”.
Muito ainda ficou por perguntar e por dizer, mas haverá mais oportunidades, mais escritores e iremos continuar a lê-lo, pois são livros muito engraçados, muito malandros, mas que nos transmitem ensinamentos a nunca esquecer. Como ele nos disse: nunca tenham receio de começar a escrever, nem que sejam coisas que nos pareçam esquisitas. Depois vamos aperfeiçoando através do que lemos, do que observamos e do que vamos aprendendo com a vida. Pois é assim que tudo se consegue. Sem trabalho e persistência nada se pode conseguir, nem daremos valor ao que nos rodeia.
Foi alguém que nos contagiou e nos fez pensar sobre alguns aspectos dos seus livros e da sua vida pessoal.


Isilda Lourenço Afonso

domingo, 19 de abril de 2009

Tudo serenou...

Chegou a Primavera, nascem flores, árvores e chegam as andorinhas e borboletas.
Uma linda borboleta, que voava pelo campo, já cansada, pousou numa papoila que dormia regaladamente um soninho descansado.
- Quem está aí em cima? Acordou-me! - acordou estremunhada a papoila, irritada.
- Sou eu, uma bela borboleta! - exclamou ela.
- Bela podes ser, mas és mal-educada, porque não pediste autorização para pousar - gritou a papoila ainda mais vermelha do que a cor das suas pétalas.
- Bom! Tens razão. Desculpa, mas vamos parar de discutir? - sugeriu a borboletinha, com todo o ar sereno de quem não quer aborrecimentos. - Já agora, como te chamas?
- Chamo-me Lili. E tu? - respondeu.
- Eu sou Rafa - brincou a borboleta.
- Rafa? Que nome esquisito! - surpreendeu-se a papoila Lili.
- Achas que eu tão bonita e charmosa ia ter esse nome? Eu chamo-me Bela!
- És mesmo convencida! - insistiu a Lili.
- E tu és uma mal-disposta! - desafiou, aborrecida, a Bela.
Quando a borboleta ia para casa, ela e a Lili ouviram uma voz:
- Sou a Mãe Natureza. Não se assustem, não vou fazer-vos mal. Só vos quero dizer que tendes de fazer as pazes.
- Porquê? Ela não quer! - exclamou a Bela.
- Eu é que não quero. Tu é que andas...
- Vá, não discutam. Façam as pazes! - tentava apaziguar a Mãe Natureza.
- Ok. Eu faço, mas é por ti, Mãe Natureza - dizia a Lili.
- Eu também - acabou por concordar a borboleta.
E ficaram ambas amigas. Todos os dias a Bela ia ter com a Lili ao campo e divertiam-se as duas juntas, embora tivessem os seus desacatos, de vez em quando, pois eram personalidades bem diferentes. Mas temos de nos adaptar uns aos outros e procurar sempre a cordialidade.


Ana Filipa - 5º 1 Projecto "A Conspiração da Escrita"



sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Curiosidade de Lebre

Era uma vez um crocodilo que vivia num lago muito esverdeado e mal tratado. Um dia, quando o crocodilo estava numa das margens do rio a tomar sol, apareceu uma lebre que lhe perguntou:
- Bom-dia! Como te chamas?
- Eu sou o Zecazonzo. E tu?
- Eu sou a Magie - respondeu a lebre. O que é que andas a fazer?
- Estou a tomar sol para que de noite possa permanecer no lago bem quentinho. E tu?
- Eu estava a meio de uma corrida contra uma tartaruga, mas tenho muito tempo para chegar à meta. Ela anda mais devagar do que a minha irmã que nasceu há sete meses. Tenho um bocadinho de tempo para conversar contigo - acrescentou a lebre.
Assim estiveram uns momentos a olhar o lago, até que a Magie perguntou:
- Ó Zecazonzo, o que é que os crocodilos comem?
- Nós comemos insectos, caranguejos, rãs, peixes e aves aquáticas...
- E como os caçam?
- Caçamo-los com os nossos dentes bem afiados - respondeu o crocodilo.
A lebre começou a sentir medo. Mas o Zecazonzo descansou-a:
- Não te preocupes porque não te vou fazer mal. Passámos a ser amigos!
- Pois é! Como somos diferentes! A Natureza fez-nos assim e assim continuaremos, mas respeitando-nos, não é verdade?
- É mesmo isso.
- Agora tenho de ir. A tartaruga deve estar a passar por aqui. Foi uma boa forma de te conhecer.

Ana Raquel 5º 1