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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Nunca mais vou caçar

Era uma vez um caçador chamado Paulo que foi à caça de tordos.
Nesse dia, tinha acabado de matar o seu primeiro tordo, quando viu outro e foi a correr para ver onde ele parava; caiu em cima do tojo e gritou:
-Ai, ai, estou cheio de picos!
Depois disso, foi e viu um passarinho a pousar num carvalho. Foi até lá e viu que havia, na árvore, um ninho de tordos bebés.
Disse para si próprio:” …Nunca mais vou caçar!...”
Depois de chegar a casa, deu a notícia à sua mulher Zélia que nunca mais ia caçar.
- Ando a matar pássaros inocentes e que não fazem mal a ninguém - concluiu o Paulo.
Um dia, quando estava em casa a ver um pouco de TV, antes de jantar, viu uma reportagem sobre a vida animal e vegetal, na SIC.
Nessa reportagem, uma mulher informava que os ninhos que estivessem em árvores em vias de extinção não se poderiam matar. Seria mesmo considerado um crime.
O carvalho era uma árvore em vias de extinção e ao seu lado havia uma árvore que também estava quase a desaparecer: o freixo. Disto sabia ele, pois já os seus pais o avisavam e o despertavam para o respeito a ter com a Natureza.
Depois de ver a reportagem, decidiu ir plantar carvalhos e freixos num terreno perto da sua casa, que era seu. Essa plantação seria uma forma de honrar aquelas espécies e de dar a conhecer aos seus filhos que tal como os seus pais o ensinaram a respeitar e a proteger o mundo vegetal e animal, também eles iriam continuar com essa missão.

Ana Sofia Fernandes de Carvalho Nº6 - 6º1

sábado, 12 de dezembro de 2009

Estrelinha Irrequieta

Numa noite de luar, andava eu a fazer companhia às outras estrelas e à minha melhor amiga.
- Estamos quase na noite de Natal, ou estarei desorientada? - perguntava eu à minha amiga Lua. - Sim, não estás nada desorientada. É mesmo verdade. Estou ansiosa! – exclamou a Lua.
Na noite seguinte, era a véspera de Natal, como pude comprovar pelo calendário que uma estrela que andava na escola me mostrou. Era uma estrelinha muito organizada.
- Estrelinha Radiosa, Estrelinha Radiosa, nasceu o Menino Jesus! – insistia a Lua.- Tens de ir contactar os reis magos para trazerem ouro, incenso e mirra.
- Está bem, mas.. m..m.. mas quando é que vou? – perguntava eu.
- Vai, arranja-te, despacha-te. Não percas tempo.
E tive de ir. Ainda pedi algumas informações para encontrar o caminho mais rápido. Alguns cometas e satélites ajudaram-me a procurar as distâncias mais curtas para não perder tempo. Eu tinha uma responsabilidade e isso era um dever meu.
Cheguei ao centro de Belém e lá estavam eles a procurar o caminho.
- Ei, ei, Melchior, segue-me. Eu sei onde está o Menino Jesus. Não te preocupes com mais nada. Sou eu a guia.
E assim foi. Um pouco desconfiados, mas lá me seguiram. Dirigimo-nos até um alto monte com árvores enormes, cheio de silvas e de urtigas. Lá estava, bem ao longe, mas já se vislumbrava bem o Menino despidinho, deitado na manjedoura, acompanhado da vaquinha e do burrito a aquecerem-no.
- Muito obrigado, Estrelinha Radiosa! Foste a nossa salvação. Sem ti tínhamo-nos enganado no caminho e levaríamos muito mais tempo a chegar ao nosso destino – disse-me Melchior, agradecendo-me pelo meu empenho.
- Não fiz nada que não estivesse ao meu alcance e fi-lo com todo o gosto – acrescentei eu - Gostei de ajudar os reis magos. Foi divertido.
-Pois, mas agora temos de ir convidar o Mundo para lá ir visitá-lo – convidou a Lua.
E vocês, já foram ajudar os reis magos a encontrar o Menino neste Natal?

Susana - 6º 1

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Os Direitos da Criança

A família,
Todos nós temos direito,
A ter uma mamã e um papá
Que nos dêem sermões
Mas também que nos saibam amar.

A alimentação,
Os pais têm o dever
De a arranjar
Para crescermos
E sobrevivermos.

O direito de aprender
Nós temos de o ter
Para crescer
E conhecer.

A identificação,
Todos temos de ter um nome
Para sermos identificados e chamados.

Por acaso, os pais é que escolhem
Um nome de menina ou menino
Conforme eles sejam.

Felicidade,
Nós temos de ser felizes
E para isso
Os pais têm de contribuir,
Levar-nos a passear,
Mas também temos de estudar.

Carolina e Ana Sofia – 5º 1

quarta-feira, 6 de maio de 2009

A Alegria do Escutismo

Nasci sem saber o que escutismo queria dizer.
Cresci e fui-me construindo
No meio de um abraço,
E tudo o que faço
Ao grupo agradeço e entrelaço.

Vivemos ao redor da Natureza,
Aprendemos à medida que os anos decorrem.
Atingimos objectivos, vencemos batalhas
Enquanto os maus pensamentos morrem.

Uma vida coberta de perfeição,
Um sonho tornado realidade,
Lutando pela união,
Lutando pela Humanidade.

A vida a que me refiro?
É o corpo pelo qual transpiro.

É o bater dos nossos corações
Nas aventuras, nos acampamentos,
O som de todas as canções
A importância de todos os momentos.

Não precisamos de material comprado
Para nos fazer sentir bem.
Construímos juntos, lado a lado,
Tudo melhor que ninguém.

Arranjamos laços inseparáveis
Melhoramos o mundo,
Contamos histórias memoráveis,
No meio de lembranças e sentimentos profundos.

Vivemos sempre alerta para servir
E fazemo-lo de livre vontade.
Usamos palavras sem nada mentir
E colocamos de parte a crueldade.

Ser escuteiro não é apenas um passatempo
É uma vida que está sempre presente
Uma família que nos acolhe sempre
E uma felicidade que existirá eternamente.

Diana Santiago – 9º 1 – e.b. 2,3 de Lamego
No dia da apresentação do livro de António Dias Grancho: “Memórias de um Escuteiro...do Agrupamento 140”
01/05/2009 – Auditório do Centro Paroquial de Almacave (80 anos de escutismo do CNE de Lamego)

sábado, 2 de maio de 2009

À minha Mãe


Mãe é quem nos deu vida, quem nos ajuda a crescer!
Mãe é quem nos ensina a aprender e connosco se preocupa!
Mãe é quem está sempre a proteger-nos e quem nos apoia!
Mãe dá-nos o Amor, o carinho e tudo partilha!

Mãe ensina-nos a respeitar e a educar.
Mãe sabe compreender o seu filho.
Sabe dizer sim e sabe dizer não, quando é preciso.
Ela protege o seu filho, quando está à beira do abismo.

Mãe é alguém que não conseguimos descrever,
um ser humano como outro qualquer.
Comete erros como outro ser mundano
É alguém sem descrição...

Mãe é amor
é verdade
é alegria
é felicidade
é saudade
é, por vezes, mágoa
é sempre mãe,
mesmo que de "uma silva" se trate.

Vera Guerreiro - 9º 2

terça-feira, 10 de março de 2009

AMIGO SIM. PERDER UM AMIGO NÃO!

Amigo é quem nos ajuda a viver melhor!

É a pessoa verdadeira, frontal e conselheira.

Amigo é alguém sincero.
É alguém com 5*****!

Amigo é saber compreender, é saber guardar os nossos segredos!

É aquele que gosta de conviver, que sabe o que nós queremos.

Amigo é quem está sempre ao nosso lado.

É aquele que sabe perdoar e tolerar.

Ele brinca, ele ouve, ele dialoga.

Amigo é alguém que aparece quando os outros desaparecem.


MAS...

Perder um amigo é reaprender.

É lutar, é chorar.

Perder um amigo é interrogar:"Por que é que isto aconteceu?"

É sofrimento, é perder um pouco de nós mesmos.

Perder um amigo é ficarmos perdidos.

É perder a bússola que nos orienta.

Perder um amigo magoa, fere e destroça.

É um desconcerto, é uma derrota.


Façamos tudo por uma verdadeira amizade,
e que ela dure uma eternidade.
Vera Guerreiro - 9º 2