quarta-feira, 24 de março de 2010

Em família tudo se consegue...


Era uma vez uma cadela chamada Tucha que tinha 4 filhos: 2 cãezinhos e 2 cadelinhas.
O pai dos cãezinhos da tucha era o Bolinhas. O Bolinhas, a Tucha e os seus filhos, numa noite de Primavera, foram dar um passeio. Mas a Tucha não quis sair de casa sem antes agasalhar os seus filhos, porque estava muito frio.
- Eu visto os "meninos" - disse o pai prontamente.
- E eu as "meninas" - afirmou logo a Tucha.
A Tucha vestiu uma das "meninas" de cor-de-rosa e a outra "menina" de azul bebé. O Bolinhas vestiu um dos meninos de verde e o outro menino de azul.
Depois de os vestirem, foram dar o tal passeio que tinham combinado fazer.
Foram visitar o jardim da casa onde moravam. Era lindo, tinha muitas flores e arbustos, mas à noite aquele jardim era assustador. E lá foram eles.
Quando chegaram ao jardim, ouviram um som parecido com um elefante. Os bebés choraram e diziam:
- Papá, mamã, temos medo! - agarrando-se uns aos outros.
O Bolinhas e a Tucha foram ver o que se estava a passar. Era um simples... gravador.
- Que grande susto! - disseram os bebés, aliviados.
A Tucha e o Bolinhas até concluíram:
- Em família, tudo se consegue, tudo se resolve.

Laura - 5º 1

Chopin, um génio da música

Fryderyk Franciszek Chopin nasceu a 1 de Março de 1810, em Zezowa Wola, uma cidade da Polónia. Passaram já 200 anos.
Chopin foi um grande pianista e compositor. Deu o seu primeiro concerto aos 8 anos, actuou e tocou sozinho perante uma grande plateia.
A sua mãe era polaca e o seu pai francês, mas tinham ido viver para a Polónia, devido a problemas com o governo francês da altura.
Os nobres e mais ricos, nessa época, exigiam a sua presença nos salões dos seus palácios.
Aos 20 anos, Chopin foi estudar para Paris. Nunca mais regressou à Polónia que, entretanto, foi invadida pela Rússia.
Em Paris, estudou, deu aulas e muitos concertos. A partir daí, torna-se conhecido no mundo inteiro.
Chopin morreu a 17 de Outubro de 1849, com 39 anos, de tuberculose, na capital francesa. A sua música tornou-o tão célebre que ainda hoje se lembram dele, é apreciado e interpretado por todos aqueles que tocam piano e são amantes de música.
Chopin compôs muitas músicas difíceis, como por exemplo, os prelúdios. Os prelúdios são peças musicais, começa em dó e sobe de cinco em cinco notas para os tons maiores: depois, "casa" cada uma com o seu par menor, descendo terceiras menores... Isto é mesmo complicado!

Joana Pereira, Ana Sofia e Laura - 5º 1

segunda-feira, 8 de março de 2010

Uma Carta Especial


Querida Susana,


Espero que esteja tudo bem contigo, pois por aqui está tudo a decorrer muito bem. E as aulas? Estão a correr com bons resultados? As minhas não têm sido as melhores.
Tem estado muito frio. Já sinto falta de um dia quentinho de sol! Mas tenho uma notícia especial para te dar! Queres saber? Pois é: tenho um irmãozinho tão fofinho e lindo como não existe no mundo...
Explodi de alegria quando soube que a minha mãe estava grávida. Agora imagina como fiquei quando soube que ele tinha nascido!Já não fiquei só alegre: fiquei doida e louca de alegria... Só me apetecia agarrá-lo com toda a força que tinha! Acho que até melhorei as notas! Deus queira que no final deste período seja mesmo verdade!
No início, fiquei com um pouquinho de ciúmes, mas depois percebi que o meu irmãozinho precisa de mais atenção. A minha mãe tem medo que, quando pego nele, o deixe cair. Mas claro que isso não pode acontecer porque tenho muito cuidado, apesar de sentir que é uma responsabilidade.
O meu pai emocionou-se tanto, quando pegou nele pela primeira vez! Até chorou!

Susana, não queiras ser filha única! É muito bom quando temos alguém para acarinhar e para brincar!...
Espero que fiques bem e que me escrevas.

Beijinhos,

Juliana

Juliana Esteves - 6º 1

quarta-feira, 3 de março de 2010

Um Ídolo Muito Especial!

O meu ídolo é o meu pai! Chama-se Luís, tem o cabelo preto e é de estatura média. É construtor civil. Neste momento está a trabalhar em Portimão. No entanto, já esteve a trabalhar noutros lugares: na Madeira, Espanha, Suíça, França…
O meu pai é um homem muito inteligente e brincalhão, porque gosta de brincar com o meu mano. Eu sou muito parecida com ele: tenho sardas na cara e sou muito teimosa.
Gosta muito de ver programas sobre animais e futebol. Está sempre de bom humor e isso é óptimo! Encara os problemas com calma e sinceridade. Tem solução para todos os problemas que enfrenta.
É um homem muito culto e ensina-me muitas coisas, principalmente sobre animais selvagens e geografia. Gosta de passear e de jogar com o computador que ele me ofereceu (só de vez em quando).
É um bom companheiro devido à sua simpatia. Até sabe falar espanhol!! Claro, ele já trabalhou nesse país durante algum tempo! Ah, também já trabalhou num dos maiores restaurantes do Porto. É um autêntico viajante, porque vai fazer obras e está longos meses no estrangeiro.
Outro pormenor de que me estava a esquecer! É “portista”, como eu. Tem bom gosto, não acham?
Brinca com os meus manos e também comigo. É muito risonho e engraçado. É super cómico! É um homem formidável! Tenho muita sorte em ter um pai assim! Aprecio-o muito!
Ana Lopes – 6º 1

O Meu Ídolo? A Minha Mãe!

O meu ídolo é a minha mãe, pois ela consegue fazer coisas extraordinárias!
Quando estou doente, ela cuida de mim, quando estou aborrecida, ela alegra-me. Ela ajuda-me e apoia-me, principalmente quando dá conta que estou triste ou algo me preocupa.
A minha mãe atura os meus caprichos, as minhas incompreensões e as minhas irresponsabilidades. Trabalha muito…
Nos piores momentos, dá-me carinho, mimos e carinho. Admiro-a pelo seu sentido de responsabilidade, principalmente em relação a mim. Faz-me a comida, lava-me a roupa, compra a minha roupa preferida, dá-me dinheiro para tudo o que necessito e dá-me algo que é muito importante: atenção.
Ela só quer o melhor para mim. Se me ralha, é para o meu bem. Se me repreende, é para o meu bem. Se me põe de castigo é, sempre, para o meu bem. Tudo o que ela faz é apenas, e só, para me proporcionar bem-estar e educar para o futuro.
Ser mãe é muito difícil e exige acompanhamento. Há muitas mães que não sabem desempenhar a sua função, porque abandonam os seus filhos e até preferem abortar a ver e saborear o nascimento e o crescimento do seu filho. A gravidez da minha mãe foi perigosa, porque não lhe permitia pegar em pesos, nem sair da cama. Mesmo com o risco de me perder, a minha mãe fez tudo por tudo para que eu nascesse e tenha uma vida feliz.
É por tudo isto que a admiro!

Rute Coelho – 6º 1

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

A Amizade Supera Tudo

Era uma vez uma menina chamada Josefa, que vivia numa casa escondida numa árvore. A Josefa era muito pobre, economicamente, mas de espírito era mesmo muito rica. Só que não tinha amigos.
Um dia, decidiu que queria visitar um país diferente e imaginar outras vidas, outros mundos. Para começar foi inventando nomes para o seu país. Depois de muito pensar, decidiu colocar o nome de “Amigácia” e aos seus habitantes chamar os “amigos”. Desta forma, a Josefa ia ter amigos…
Depois de ter encontrado o nome do país, era necessário visitá-lo e conhecê-lo. Imaginá-lo tinha sido fácil. Bastava fechar os olhos durante um instante. O pior seria mesmo visitá-lo e conhecê-lo.
Ora, como acabei de dizer, primeiro a Josefa imaginou-o. Era lindo! Tinha flores cor-de-rosa, roxas e azuis. As cor-de-rosa faziam um grande círculo; as roxas, uma linha compacta à volta das flores cor-de-rosa e as azuis, uma linda coroa, bastante larga, em torno das primeiras. Como já o tinha imaginado, agora só faltava conhecê-lo. Quando abriu os olhos, estava num novo país: “Amigácia”.
A primeira coisa que viu à sua frente foi um ecrã que dizia: “Bem-vinda ao nosso mundo. Tudo o que desejares, nós daremos, mas só podes formular dez desejos”. E a Josefa aproveitou imediatamente a proposta.
- Eu desejo ter muito amigos verdadeiros.
E rapidamente lhe apareceu no ecrã:
- “Tu desejas que os teus amigos sejam pessoas ou animais?”
- Desde que sejam meus amigos, aceito tudo – respondeu ela prontamente.
Então, num abrir e fechar de olhos, apareceram à sua frente muitos meninos, meninas, plantas e animais. Todos perguntavam:
- Queres ser nossa amiga?
- Sim, sim, quero – regozijava-se ela com tanta confusão de seres.
Apareceu, de repente, um cão que lhe disse:
- Já formulaste um desejo, mas ainda faltam nove. Antes de os dizeres, levas um destes amigos contigo.
- Tanto faz. Levo um qualquer.
Apareceram-lhe logo duas meninas: uma muito alta e exuberante no aspecto, e outra muito pequenina, mas com ar de alguém muito doce. A Josefa escolheu logo a mais pequena e disse-lhe:
- Bem-vinda ao grupo. Como te chamas?
- Eu sou a Sara.
-Eu sou a Josefa. Vamos conhecer-nos melhor e para começar, vamos dar uma volta por aí. Gostava que tu me desses a conhecer melhor esse país maravilhoso que está a preocupar-se tanto comigo. De certeza que tem muitos tesouros escondidos, daqueles que ando à procura, há muito tempo.
E lá foram as duas. Tinham já passado algumas horas, quando decidiram entrar numa casa abandonada. Estavam as duas muito atentas nas suas observações e descobriram ladrões que por ali andavam à procura de algo para furtar. A Josefa decidiu imediatamente pedir ajuda.
- Quero seguranças.
Apareceram de imediato. Esses seguranças prenderam os ladrões e as duas amigas puderam continuar nas suas deambulações.
Tinha já passado algum tempo e sentiam alguma fome e necessitavam, também, de abrigo e mais pessoas que as acompanhassem, pois sozinhas e sem uma família não dá gosto viver. A Josefa pediu comida, uma casa, roupas, brinquedos e uma família. Só restava pedir três desejos. Foi ao passar numa casa onde viu muitos pobres que decidiu pedir comida e roupas para todos os que estavam a necessitar. Tudo apareceu num instante.
Faltava, ainda, um desejo. Queria simplesmente voltar a casa com todas aquelas coisas que tinha conseguido. E foi mesmo isso que aconteceu. Mas quando estava quase a aparecer na sua casa da árvore, viu que a sua amiga Sara não estava com ela. Ficou aflita e muito preocupada com o que estava a acontecer. Tinha ficado em “Amigácia”.
Ela começou a chorar tanto e de forma tão sentida que numa brisa leve e rápida do senhor Vento, apareceu e apresentou-se junto dela a sua pequena Sara. A Josefa estava agora radiante e com a sua amiga começaram um nova vida naquele sítio. Tudo mudou, porque as amizades apareceram, fruto do entendimento, diálogo e ajuda que ambas começaram a proporcionar a todos os que ali viviam.
Apareceu, uns anos mais tarde, a aldeia dos “Amigos que vieram de longe”, precisamente junto à árvore da Josefa. Agora, essa árvore é um local respeitado e visitado por todos os que a visitam e querem conhecer a história que permitiu o nascimento de uma comunidade onde todos são verdadeiros amigos.


Laura – 5º1

Um País à beira do Riso

No dia um de Janeiro deste ano foi a comemoração do meu aniversário. O meu pai levou-me a visitar um país. Fiquei muito feliz. Mas esse país era muito estranho e diferente dos outros. Tinha muitas deficiências.
Vi por lá muitas coisas de espantar! Cães a cantar de galo, gatos que sabiam falar, galinhas a tocar viola, caranguejos que vestiam calções, vacas que produziam chocolate com amêndoas e pinhões, em vez de leite.
A minha mãe desmaiou ao ver tudo aquilo e, quando acordou, só dizia:
- Olhem só aquelas casas com telhados de torrões de açúcar…
Depois, fomos por uma rua que apareceu à nossa frente. Nessa rua, vimos calças à venda com remendos de pêlo de coelho, que apetecia tocar para sentir as cócegas na pele.
Noutra rua, havia leões que eram medrosos e minhocas que dançavam ballet. De seguida, fomos dar a um campo muito, mas muito sossegado. Estávamos todos nas nossas brincadeiras e, de repente, começaram a aparecer árvores. Nessas árvores crescia massa e também macarrão. Então, fomos para junto de uma auto-estrada. Os carros tinham rodas que nunca poisavam no chão, levitavam.
Ficámos muito tempo a olhar para aquilo. Quando vínhamos de regresso ao veículo, vimos muitas centopeias. As centopeias iam com meias, deslocavam-se devagarinho, para não se enganarem no caminho. Queríamos passar, mas não podíamos, porque elas ocupavam todo o caminho. Diziam elas:
- Faça chuva, faça vento, tudo isto anda como um regimento.
Ao vê-las passar, digo adeus e desejo-lhes boa viagem.
Estávamos junto ao carro e vimos um homem velho, enrugado, curvado, maduro, cauteloso e sábio. Pedi logo ao meu pai ara o levarmos connosco. O meu pai concordou e lá iniciámos a viagem. O homem ficou muito agradecido…
Naquele país, tudo era esquisito e só havia aquele homem bom. As outras pessoas calçavam sapatos nas mãos e nunca estavam cansadas.
Digo-lhes um segredo: quando queremos e imaginavmos que somos seres muito especiais, nada há de melhor que … voar!

Pedro Freitas – 6º 1