quarta-feira, 23 de junho de 2010

Obrigado, Senhores Professores!


Nestes dois anos
Aprendemos a melhor estudar,
E com as actividades propostas pela professora Isilda
As aulas começaram a melhorar.

Portávamo-nos mal
Levávamos recados
Éramos uma turma
de mal comportados.

Na primária fazíamos o que queríamos,
Mas agora,
O que de mal fazíamos,
Íamos logo sala fora.

A nossa turma é faladora
E pouco sabedora,
Mas muito lutadora,
Quase sempre vencedora!

O 6º 1 é uma turma fixola
E só por causa
Do comportamento,
Precisava de uma cartola.

A professora de Português
é muito alinhada.
Se nos comportamos mal
Fica muito, mas muito arreliada…

A directora de turma
Gosta muito de brincar
Mas se nos portamos mal
Põe-nos logo a estudar.

Nas aulas de Português,
Dou as minhas piadas,
Por isso merecia
Umas boas chapadas.

A nossa professora de Língua Portuguesa
sempre insistia, e nunca desistia
De nos fazer aprender
Aquilo que tínhamos de saber.

Com a professora Isilda Afonsinho
Andamos sempre certinhos.
Esta professora é um pouco exigente
Mas também muito engraçada e persistente.

Na aula de Ciências,
Tenho de ter paciência,
Porque não percebo nada de
Ciência…

A nossa professora de Ciências
É muito divertida.
É pena que alguns a perturbem
E, depois fica entristecida.

O professor de Música,
Gosta de ensinar,
Mas zanga-se
Se o barulho não acabar!

O nosso professor de Música
Gosta muito de tocar.
Nós com os instrumentos
Fartamo-nos de imaginar.

A professora de História
Gosta de nos ouvir,
Mas o aluno que se porta mal,
Manda-o logo sair.

São muito divertidas
As aulas de História.
Aprendemos coisas sobre o passado
Que nos refrescam a memória.

A nossa professora de História
Conta-nos passatempos de antigamente,
E os mais divertidos
Ficam todos na nossa mente.

Nas aulas de História
Alguns alunos olham para os cantos,
Quem os põe na linha
É a professora Regina Santos.

A professora de Matemática
É muito numérica.
Gosta muito de números
E eu de uma expressão numérica.

O professor Gervásio
É um professor de Inglês.
E eu, como não gosto nada,
Viro-me m ais para Português.

A professora Ivone
Gosta muito de educar.
Ela gosta de correr
E eu de saltaricar.

A professora Ana Rita
É engraçada,
Mas de vez em quando
Fica mesmo zangada.

A professora Ana Rita
Tem jeito para desenhar.
Do que ela gosta mesmo
É de nos ver a trabalhar.

A professora Anabela,
Por vezes, fica aborrecida,
Mas de vez em quando
É divertida!

A professora de Moral
Adora actividades.
Fica aborrecida
Quando fazemos maldades.

Esta turminha, nos projectos,
É muito criativa.
Ganha sempre o premiozinho
De Nobel, uma amostrinha!

Nas aulas de EVT
Andámos sempre numa agitação,
A trabalhar nos nossos projectos
Com muito empenho e dedicação.

Depois, ficamos contentes
Quando os nossos trabalhos são expostos e reconhecidos
Para que toda a gente veja
Como somos competentes!

Embora seja uma turma mal comportada
Quando quer, consegue alguma coisa de jeito,
Por isso os professores
Se orgulham a preceito…

Os nossos professores nunca desistiram.
Alguns conseguiram ensinar
Pois conseguimos
Ler, escrever e contar.

As nossas aulas
Nos vieram ensinar
Coisas para o futuro
Trabalhar, trabalhar sem parar.

Melhorámos nas notas e no comportamento
Mas ainda não somos
Alunos a 100%.

As directoras de turma
Ajudaram-nos em tudo
E por isso cada um de nós
É um sortudo.

Nestes seis períodos
Participámos no “Conectando Mundos”.
Com isso, os nossos conhecimentos
Ficaram mais profundos.

Estes professores têm talento
Para dar e vender.
Só precisam é que os alunos
Gostem muito de aprender.

A nossa escola é competente e profissional,
Todos trabalham
E ninguém
Nos trata mal.


Turma 6º 1 - E. B. 2,3 de Lamego - Junho/2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Férias num mar de sonho...

As minhas férias do ano anterior foram espectaculares! Passei-as no fundo do mar, ao pé do Nemo.
Quando cheguei a casa dele, tinha em cima da mesa um apetitoso lanche: camarão com chá de polvo amarelo.
Logo de seguida fui com ele às compras ao “Carapau de Corrida”, que é uma loja de desporto. Comprei umas barbatanas e uma bicicleta “Tubarão” para me poder deslocar.
Quando chegámos a casa, lembrámo-nos que nos tínhamos esquecido do meu capacete para que eu pudesse andar de bicicleta, sem qualquer perigo. Ora, quem é que nos podia valer senão a “Carpa”?
Na hora de jantar, o Nemo teve visitas de uns amigos e eu aproveitei para andar de bicicleta, como já sabem, da marca “Tubarão”.
No dia seguinte, chegou a hora de regressar das minhas férias bizarras, mas muito saborosas. À noite, fomos para a discoteca para eu me poder despedir. Apanhámos uma operação de stop que estava a ser realizada pela polícia “Marisca”. Depois de me pedir a documentação, decidiram os agentes (uns cavalos marinhos) que eu deveria ir para terra, porque não estava em situação legal no fundo do mar. Era um estranho, um autêntico imigrante clandestino.
O fundo do mar é um reino secreto e não é qualquer um que tem o prazer e a possibilidade de o poder visitar e conhecer.
Vejam se conseguem visitá-lo nas próximas férias e desfrutar de um “chá das 5” com aqueles seres maravilhosos?

Paulo – 6º 1

Projecto Conectando Mundos - Sonhos de Andorinha


Uma entrevista: a história de vida de uma imigrante ucraniana

No dia 8 de Março de 2010, pelas 10h15m, a aula de Língua Portuguesa da nossa turma foi mesmo diferente, Tivemos uma convidada especial: uma imigrante ucraniana que se disponibilizou para nos proporcionar uma entrevista. Esta actividade foi sugerida pelos responsáveis do Projecto que estamos a desenvolver, inserido na temática da Cidadania Global.
O que se pretendia era que nós compreendêssemos e sentíssemos empatia por uma experiência concreta de um processo migratório. Assim aconteceu. Esta imigrante, com o seu “sonho de andorinha”, partilhou as suas vivências, ânsias, angústias e projectos connosco, tendo dado conselhos e testemunhos sobre os lados bons e menos bons da migração, quando se tem o coração dividido entre dois países.
Agora já temos outra visão da vida dos que migram!...

De tudo o que lemos, ficámos com certezas quanto a este fenómeno da migração, quer nos agrade ou não:
- migra-se essencialmente por causa de se conseguir melhores condições financeiras para quem migra e para a família;
- os países mais desejados são os da Europa; - geralmente a deslocação das pessoas faz-se de uma forma clandestina, apesar de já haver alguém da mesma nacionalidade no país que recebe o migrante;
- vivem-se momentos muito penosos nos primeiros tempos;
- à Europa chegam muitos migrantes vindos da América do Sul; - geralmente acabam por ficar vários anos;
- os migrantes mandam vir alguns familiares ou mesmo o resto da família da casa;
- a língua continua a ser uma barreira muito difícil de ultrapassar;
- todos desejam regressar ao seu país de origem; - neste momento está a ser muito difícil manter o emprego, por causa da crise económica;
- as pessoas dos países para onde se deslocam as pessoas costumam aceitar e até ajudar muito quem chega.

Algumas reflexões: Migrar e vencer a solidão. Ajudar é a atitude mais importante para todos aqueles que têm a coragem de deixar a sua família. Aceitar os outros e saber ouvi-los, é uma forma de se ser solidário. Com todos os que chegam, aprendemos a conhecer o mundo e outras formas de vida. Os homens, tal como os peixes e aves que migram necessitam de nós e nós deles.

Alunos do 6º 1 - E. B. 2,3 de Lamego

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A Árvore da Liberdade




Aqui estamos nós!

A nossa turma está de parabéns. Durante o ano participámos em vários projectos, mas o projecto "Olhar Helena e Arpad" foi mesmo interessante.
Conseguimos construir, observar e descrever Helena Vieira da Silva e Arpad, o seu marido, de tal forma que aquilo que idealizámos foi premiado a nível nacional (2º prémio do escalão da 2º ciclo).

Fomos receber este prémio ao Porto e apreciámos a exposição com cerca de 1000 trabalhos. Foi uma tarde muito atribulada, porque a carrinha onde seguíamos teve uma avaria, mas chegámos ao destino e com tempo para tudo ver, apreciar, dar opiniões, confraternizar e receber as ofertas...
A nossa experiência em projectos tem sido fantástica. Temos aprendido e interagido com outros temas e pessoas. Os nossos professores são os grandes obreiros, pois estão sempre a incentivar-nos e nós temos correspondido.

A árvore da liberdade, de Helena Vieira da Silva, que nós construímos, baseados num quadro desta artista, revela aquilo que queremos: sermos livres para vencermos as nossas dificuldades e optarmos por aquilo que for melhor para a vida de todos nós.




A turma do 6º 1

sexta-feira, 30 de abril de 2010

O meu ídolo, a minha Mãe!

O meu ídolo é a minha mãe, pois ela consegue fazer coisas extraordinárias! Quando estou doente, ela cuida de mim, quando estou aborrecida, ela alegra-me. Ela ajuda-me e apoia-me, principalmente quando dá conta que estou triste ou algo me preocupa.
A minha mãe atura os meus caprichos, as minhas incompreensões e as minhas irresponsabilidades. Trabalha muito…
Nos piores momentos, dá-me carinho, mimos e carinho. Admiro-a pelo seu sentido de responsabilidade, principalmente em relação a mim. Faz-me a comida, lava-me a roupa, compra a minha roupa preferida, dá-me dinheiro para tudo o que necessito e dá-me algo que é muito importante: atenção.
Ela só quer o melhor para mim. Se me ralha, é para o meu bem. Se me repreende, é para o meu bem. Se me põe de castigo é, sempre, para o meu bem. Tudo o que ela faz é apenas, e só, para me proporcionar bem-estar e educar para o futuro.
Ser mãe é muito difícil e exige acompanhamento. Há muitas mães que não sabem desempenhar a sua função, porque abandonam os seus filhos e até preferem abortar a ver e saborear o nascimento e o crescimento do seu filho. A gravidez da minha mãe foi perigosa, porque não lhe permitia pegar em pesos, nem sair da cama. Mesmo com o risco de me perder, a minha mãe fez tudo por tudo para que eu nascesse e tenha uma vida feliz.
É por tudo isto que a admiro!

Rute Coelho – 6º 1

A Mafalda diverte-nos mesmo...


Andava eu pelos meandros da Net e surge-me a Mafalda. Fui ver, fui ler e não tardou o momento de riso.

Apesar de ser uma BD alusiva ao Dia da Mãe, em que todos nós transmitimos mensagens bonitas, doces e sentidas, também é bom conhecermos outros estilos de escrita e de leitura. Aqui está um desses estilos. Juntando as palavras doces e a diversão, conseguimos criar de outra forma e pomos toda a gente a rir.

No entanto, a Mafalda quer que reflictamos, não é verdade? Em quê? Ora digam...

A vossa professora: Isilda Lourenço Afonso

A Amizade Nunca se Perde

Era uma vez uma menina
Muito tímida.
Quando um rapaz a viu
Chamou-lhe logo Bonitinha.

Um dia, o rapaz passou
Pela sua linda casa branca
E por lá ficou
A sua amizade branda.

A amizade e a confiança,
Entre os dois foi aumentando.
E, com o tempo, grandes amigos
Se foram tornando.

O rapaz, Miguel, perguntou:
- Queres namorar comigo?
E a Margarida aceitou.
- Sim, quero namorar contigo.

Anos mais tarde, o Miguel perguntou:
- Tens mesmo em mim muita confiança?
- Sim, tenho! – respondeu a Margarida.
- Então toma esta aliança.

Nasceu o seu primeiro filho.
O Miguel e a Margarida
Nele vêem muito brilho
E muita alegria.

Passados muitos anos,
E já muito velhinhos,
Num dia de grande tempestade
Morreram os dois na sua casinha
Muito agarradinhos.

Laura Figueiredo - 5º 1