
Era uma vez um menino chamado Diogo que vivia em Lamego.
Um dia foi com os pais a uma aldeia perto desta cidade, para comprar lenha para a lareira de casa.
Era Inverno e o tempo estava muito frio. Havia gelo na estrada, que era muito estreita e com curvas perigosas.
Apesar do frio, o Diogo ia muito contente e divertido porque gostava de passear e observar a paisagem que se podia avistar do cimo da serra.
O pai conduzia calma e cuidadosamente, pois as condições de tempo estavam más.
A certa altura, numa das muitas curvas fechadas, apareceu uma pequena manada de bois que atravessava a estrada.
Então, muito surpreendido e aflito, o Diogo gritou:
- Cuidado, pai, senão vamos atropelá-los!! …
O pai nem teve oportunidade de responder, de tão ocupado que estava a tentar “ desembrulhar-se “ da situação.
De repente, o carro parou, mesmo quase em cima da manada de bois.
Se não fosse o susto que todos tinham apanhado, a situação até seria cómica. Na verdade, não é todos os dias que se vê na estrada um carro rodeado de animais que, pasmados, os iam observando! …
Henrique Jorge de Almeida Madanelo, nº 10, 5º5
Um dia foi com os pais a uma aldeia perto desta cidade, para comprar lenha para a lareira de casa.
Era Inverno e o tempo estava muito frio. Havia gelo na estrada, que era muito estreita e com curvas perigosas.
Apesar do frio, o Diogo ia muito contente e divertido porque gostava de passear e observar a paisagem que se podia avistar do cimo da serra.
O pai conduzia calma e cuidadosamente, pois as condições de tempo estavam más.
A certa altura, numa das muitas curvas fechadas, apareceu uma pequena manada de bois que atravessava a estrada.
Então, muito surpreendido e aflito, o Diogo gritou:
- Cuidado, pai, senão vamos atropelá-los!! …
O pai nem teve oportunidade de responder, de tão ocupado que estava a tentar “ desembrulhar-se “ da situação.
De repente, o carro parou, mesmo quase em cima da manada de bois.
Se não fosse o susto que todos tinham apanhado, a situação até seria cómica. Na verdade, não é todos os dias que se vê na estrada um carro rodeado de animais que, pasmados, os iam observando! …
Henrique Jorge de Almeida Madanelo, nº 10, 5º5











