sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Um Pouco de Mim...

Olá! Chamo-me Alison, tenho 11 anos e frequento o 6º ano. O meu nome é de origem inglesa. Nasci na Suiça, na parte italiana da cidade de Bellinzona. Os meus amigos tratam-me por Ali (eu até prefiro este tratamento). Estive na Suiça até aos 2 anos e, depois, vim para Portugal.

Quando tinha 18 meses, escaldei-me com um balde de água a ferver; a sorte foi que nada de mal aconteceu, quer dizer, escaldar-me é mau, mas depois disso tudo correu bem. Ainda tenho as marcas nos pés e na barriga, mas já me esqueci...

Queria contar-vos que adoro a minha família; ela está sempre preparada para me apoiar, para me ajudar e para me ouvir. Todos estão sempre do meu lado e espero que continue sempre assim ao longo da minha vida.

Adoro os meus amigos(as), são divertidos, simpáticos e estão sempre comigo. Às vezes aborreço-me com eles, mas depois tudo se resolve.

Sabem, sou muito desastrada! Ora vejam: não tirei o telemóvel das calças, nem reparei que o tinha dentro do bolso e meti as calças na máquina de lavar. Claro que o telemóvel ficou estragado. Agora gostaria de ter um telemóvel com mais capacidades, mas sei que isso é improvável ou mesmo impossível, porque são muito caros.

O meu sonho é tirar nível 5 a tudo, ganhar o euromilhões, visitar Londres e ir aos USA.

As pessoas que me marcaram foram a minha bisavó materna e o meu bisavô paterno, porque todos os outros familiares que não conheci não posso pronunciar-me sobre as suas formas de ser.

A morte é algo que existe e temos de a compreender. Nada pode mudar o percurso das pessoas...
Alison - 6º 1

Sou o Rui

Eu sou o Rui. Sou um menino muito brincalhão, muito amigo dos colegas e gosto da minha família.

Sei que, quem me conhece, gosta de mim. Fazem-me carinhos e chamam-me "meu russinho" porque os meus cabelos são muito louros, mas sinto pena de estarem a escurecer...

Desde pequeno que uso óculos bastante graduados, tal como o meu irmão que, depois de operado aos 18 anos, deixou de os usar.

Gosto muito do meu irmão Pedro que já está na faculdade, mas brinco com o meu primo Daniel que é um verdadeiro amigo, embora ele já me tenha partido um braço quando estávamos a jogar a bola. Claro que foi sem maldade porque estávamos a brincar.

Também gosto muito de praticar desporto. É algo que vem do meu irmão. Ele era um bom guarda-redes de andebol, por isso eu soiu jogador do Andebol Clube de Lamego. Já recebi o prémio de melhor guarda-redes! Pratico, também, voleibol e este ano fui campeão a nível nacional de gira-volei (do escalão 8-10).

Desde a infantil que acompanho um colega e amigo especial que se chama Duarte. Passamos os nossos tempos livres a jogar futebol.

Fisicamente, sou igual ao meu pai Henrique que é sub-chefe dos guardas prisionais. No entanto, gosto muito do carinho da minha mãe Cristina que para mim é uma heroína!

No futuro gostava de frequentar a Academia Militar e ser oficial do exército. Por enquanto vou ter de me preocupar em estudar e ser um bom aluno.


Rui - 6º 1

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Uma Viagem Atribulada


Era uma vez um menino chamado Diogo que vivia em Lamego.
Um dia foi com os pais a uma aldeia perto desta cidade, para comprar lenha para a lareira de casa.
Era Inverno e o tempo estava muito frio. Havia gelo na estrada, que era muito estreita e com curvas perigosas.
Apesar do frio, o Diogo ia muito contente e divertido porque gostava de passear e observar a paisagem que se podia avistar do cimo da serra.
O pai conduzia calma e cuidadosamente, pois as condições de tempo estavam más.
A certa altura, numa das muitas curvas fechadas, apareceu uma pequena manada de bois que atravessava a estrada.
Então, muito surpreendido e aflito, o Diogo gritou:
- Cuidado, pai, senão vamos atropelá-los!! …
O pai nem teve oportunidade de responder, de tão ocupado que estava a tentar “ desembrulhar-se “ da situação.
De repente, o carro parou, mesmo quase em cima da manada de bois.
Se não fosse o susto que todos tinham apanhado, a situação até seria cómica. Na verdade, não é todos os dias que se vê na estrada um carro rodeado de animais que, pasmados, os iam observando! …

Henrique Jorge de Almeida Madanelo, nº 10, 5º5

Viagem ao Gerês!

- Daniela, despacha-te, já estamos atrasadas. – dizia a Matilde.
- Espera aí, tem calma – murmurava a Daniela. – Eles podem esperar um bocadinho.
A Matilde e a Daniela iam passar um fim-de-semana ao Gerês com dois amigos, o David e o Tiago, que iam participar numa corrida de bicicletas.
- Que chatice, elas nunca mais vêm – desesperava o David que era um impaciente.
- Já sabes como é a Daniela. E também não estão assim tão atrasadas. -atalhou o Tiago.
Passado pouco tempo chegaram as raparigas.
- Desculpem pelo atraso, já sabem como é a Daniela… – criticou a Matilde.
- Que tem? Só demorei um bocadinho. Tenho de me pôr bonita.
- Vá, entrem mas é no carro – disse a Matilde que era a mais velha e já tinha a carta.
- Malta, chegámos. – anunciou a Matilde, mas sem sucesso, pois estavam todos a dormir.
Mas a Matilde teve uma ideia. Deu uma buzinadela, acordaram todos. Foram pôr as malas no hotel e, de seguida, foram dar um passeio.
- Que sinal é aquele? – perguntou a Daniela.
- É para termos cuidado com os animais – esclareceu a Matilde.
- Não deve haver nenhum animal – dizia a Daniela, desconfiada.
De repente, sem mais nem menos, aparece uma vaca na estrada, e a Matilde teve que se desviar para não a ferir ou matar..
- Para a próxima temos de ter mais cuidado.
Mais à frente aparece um sinal que os prevenia para se ter cuidado com a neve.
- Felizmente, estamos no Verão e este sinal não é importante nesta estação do ano – disse o Tiago
- Realmente – respondeu a Matilde.
No dia seguinte, às 8:00h, o Tiago e o David estavam prontos para a corrida de bicicletas.
- Partida, largada, fugida. – gritou um senhor.
Quase no fim da corrida apareceu um sinal a que o David nem sequer ligou, e não teve cuidado. Então na curva derrapou e caiu. O Tiago, ao vê-lo no chão, saltou da bicicleta e foi ter com ele.
- O que aconteceu? Não viste o sinal?
- Não tive cuidado e caí.
- É o que dá não ter cuidado - concluiu o Tiago
E assim foi o fim-de-semana dos quatro amigos, que precisam de dar mais atenção aos sinais de trânsito.


Bárbara Carrulo Rodrigues – N.º4 – 5º 5.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

REENCONTRAMO-NOS...



Um novo percurso vamos iniciar. A vida escolar voltou, mas vai haver tempo para tudo. Tudo vai do começar. Como vossa professora e amiga das letras e do saber, estou aqui para vos desafiar. Vamos participar e mostrar as nossas ideias e trabalhos. Só da partilha e da interacção é que nasce a cultura.

Confio em vós e em todos os que quiserem dar o seu contributo para melhor entendermos o mundo.

Fico à vossa espera e ... vamos ao trabalho!


A obra que li recentemente, e que muito me tocou, chama-se "A Menina que Falava com Grilinhos". Conta-nos a história simpática de uma menina simpática, de cabelos castanhos e olhos azuis.

Diana deliciava-se no convívio com seres simples, ternos e prestáveis que habitam o seu jardim e, com eles, apreende um mundo diferente do seu. No mundo de Diana, as pessoas não se importam com os outros, vivem apenas para si. No entanto, no mundo dos grilos, Diana dá conta que todos são gentis e todos se conhecem entre si.Temos de acreditar no poder dos sonhos. É ela que acha, e nos alerta, para uma reflexão: "Este mundo abre-se para mim, como um livro que se torna legível".

É um livro para crianças e para adultos, pois para além de ser uma história de valores e de afectos humanos, também é instrutiva, porque, como ela diz "aquele que acredita que tudo vai bem, tem necessidade de abrir o seu coração à necessidade dos outros. Aquele que acredita que tudo vai mal, tem necessidade de um pouco de esperança", a vida aparece, por vezes, como uma prova de força, como uma derrota de ideias, como uma provaçã... Por vezes, a vida é difícil, cheia de solidão, de sofrimento... "semelhante a uma árvore de Inverno,pesada de silêncios e esquecimento".

A mensagem que vos deixo, para nos acompanhar ao longo de mais um ano é : todos podemos ser, se quisermos, uns ouvintes e amigos de grilinhos que connosco convivem no dia a dia.


Isilda Lourenço Afonso

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Obrigado, Senhores Professores!


Nestes dois anos
Aprendemos a melhor estudar,
E com as actividades propostas pela professora Isilda
As aulas começaram a melhorar.

Portávamo-nos mal
Levávamos recados
Éramos uma turma
de mal comportados.

Na primária fazíamos o que queríamos,
Mas agora,
O que de mal fazíamos,
Íamos logo sala fora.

A nossa turma é faladora
E pouco sabedora,
Mas muito lutadora,
Quase sempre vencedora!

O 6º 1 é uma turma fixola
E só por causa
Do comportamento,
Precisava de uma cartola.

A professora de Português
é muito alinhada.
Se nos comportamos mal
Fica muito, mas muito arreliada…

A directora de turma
Gosta muito de brincar
Mas se nos portamos mal
Põe-nos logo a estudar.

Nas aulas de Português,
Dou as minhas piadas,
Por isso merecia
Umas boas chapadas.

A nossa professora de Língua Portuguesa
sempre insistia, e nunca desistia
De nos fazer aprender
Aquilo que tínhamos de saber.

Com a professora Isilda Afonsinho
Andamos sempre certinhos.
Esta professora é um pouco exigente
Mas também muito engraçada e persistente.

Na aula de Ciências,
Tenho de ter paciência,
Porque não percebo nada de
Ciência…

A nossa professora de Ciências
É muito divertida.
É pena que alguns a perturbem
E, depois fica entristecida.

O professor de Música,
Gosta de ensinar,
Mas zanga-se
Se o barulho não acabar!

O nosso professor de Música
Gosta muito de tocar.
Nós com os instrumentos
Fartamo-nos de imaginar.

A professora de História
Gosta de nos ouvir,
Mas o aluno que se porta mal,
Manda-o logo sair.

São muito divertidas
As aulas de História.
Aprendemos coisas sobre o passado
Que nos refrescam a memória.

A nossa professora de História
Conta-nos passatempos de antigamente,
E os mais divertidos
Ficam todos na nossa mente.

Nas aulas de História
Alguns alunos olham para os cantos,
Quem os põe na linha
É a professora Regina Santos.

A professora de Matemática
É muito numérica.
Gosta muito de números
E eu de uma expressão numérica.

O professor Gervásio
É um professor de Inglês.
E eu, como não gosto nada,
Viro-me m ais para Português.

A professora Ivone
Gosta muito de educar.
Ela gosta de correr
E eu de saltaricar.

A professora Ana Rita
É engraçada,
Mas de vez em quando
Fica mesmo zangada.

A professora Ana Rita
Tem jeito para desenhar.
Do que ela gosta mesmo
É de nos ver a trabalhar.

A professora Anabela,
Por vezes, fica aborrecida,
Mas de vez em quando
É divertida!

A professora de Moral
Adora actividades.
Fica aborrecida
Quando fazemos maldades.

Esta turminha, nos projectos,
É muito criativa.
Ganha sempre o premiozinho
De Nobel, uma amostrinha!

Nas aulas de EVT
Andámos sempre numa agitação,
A trabalhar nos nossos projectos
Com muito empenho e dedicação.

Depois, ficamos contentes
Quando os nossos trabalhos são expostos e reconhecidos
Para que toda a gente veja
Como somos competentes!

Embora seja uma turma mal comportada
Quando quer, consegue alguma coisa de jeito,
Por isso os professores
Se orgulham a preceito…

Os nossos professores nunca desistiram.
Alguns conseguiram ensinar
Pois conseguimos
Ler, escrever e contar.

As nossas aulas
Nos vieram ensinar
Coisas para o futuro
Trabalhar, trabalhar sem parar.

Melhorámos nas notas e no comportamento
Mas ainda não somos
Alunos a 100%.

As directoras de turma
Ajudaram-nos em tudo
E por isso cada um de nós
É um sortudo.

Nestes seis períodos
Participámos no “Conectando Mundos”.
Com isso, os nossos conhecimentos
Ficaram mais profundos.

Estes professores têm talento
Para dar e vender.
Só precisam é que os alunos
Gostem muito de aprender.

A nossa escola é competente e profissional,
Todos trabalham
E ninguém
Nos trata mal.


Turma 6º 1 - E. B. 2,3 de Lamego - Junho/2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Férias num mar de sonho...

As minhas férias do ano anterior foram espectaculares! Passei-as no fundo do mar, ao pé do Nemo.
Quando cheguei a casa dele, tinha em cima da mesa um apetitoso lanche: camarão com chá de polvo amarelo.
Logo de seguida fui com ele às compras ao “Carapau de Corrida”, que é uma loja de desporto. Comprei umas barbatanas e uma bicicleta “Tubarão” para me poder deslocar.
Quando chegámos a casa, lembrámo-nos que nos tínhamos esquecido do meu capacete para que eu pudesse andar de bicicleta, sem qualquer perigo. Ora, quem é que nos podia valer senão a “Carpa”?
Na hora de jantar, o Nemo teve visitas de uns amigos e eu aproveitei para andar de bicicleta, como já sabem, da marca “Tubarão”.
No dia seguinte, chegou a hora de regressar das minhas férias bizarras, mas muito saborosas. À noite, fomos para a discoteca para eu me poder despedir. Apanhámos uma operação de stop que estava a ser realizada pela polícia “Marisca”. Depois de me pedir a documentação, decidiram os agentes (uns cavalos marinhos) que eu deveria ir para terra, porque não estava em situação legal no fundo do mar. Era um estranho, um autêntico imigrante clandestino.
O fundo do mar é um reino secreto e não é qualquer um que tem o prazer e a possibilidade de o poder visitar e conhecer.
Vejam se conseguem visitá-lo nas próximas férias e desfrutar de um “chá das 5” com aqueles seres maravilhosos?

Paulo – 6º 1