sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Nunca mais vou caçar

Era uma vez um caçador chamado Paulo que foi à caça de tordos.
Nesse dia, tinha acabado de matar o seu primeiro tordo, quando viu outro e foi a correr para ver onde ele parava; caiu em cima do tojo e gritou:
-Ai, ai, estou cheio de picos!
Depois disso, foi e viu um passarinho a pousar num carvalho. Foi até lá e viu que havia, na árvore, um ninho de tordos bebés.
Disse para si próprio:” …Nunca mais vou caçar!...”
Depois de chegar a casa, deu a notícia à sua mulher Zélia que nunca mais ia caçar.
- Ando a matar pássaros inocentes e que não fazem mal a ninguém - concluiu o Paulo.
Um dia, quando estava em casa a ver um pouco de TV, antes de jantar, viu uma reportagem sobre a vida animal e vegetal, na SIC.
Nessa reportagem, uma mulher informava que os ninhos que estivessem em árvores em vias de extinção não se poderiam matar. Seria mesmo considerado um crime.
O carvalho era uma árvore em vias de extinção e ao seu lado havia uma árvore que também estava quase a desaparecer: o freixo. Disto sabia ele, pois já os seus pais o avisavam e o despertavam para o respeito a ter com a Natureza.
Depois de ver a reportagem, decidiu ir plantar carvalhos e freixos num terreno perto da sua casa, que era seu. Essa plantação seria uma forma de honrar aquelas espécies e de dar a conhecer aos seus filhos que tal como os seus pais o ensinaram a respeitar e a proteger o mundo vegetal e animal, também eles iriam continuar com essa missão.

Ana Sofia Fernandes de Carvalho Nº6 - 6º1

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Natal com todos e para todos...

Natal é uma época especial para todos, porque nos faz pensar em Jesus.

Que o Natal de 2010 seja iluminado pelas bênçãos de Jesus e que traga muita Paz, Amor, Alegria, Felicidade a todas as crianças do Mundo.

Agora que o Menino nasceu
O mundo tem mais cor.
Por todo o mundo cresceu
A alegria, a paz e o amor.

O Natal deve ser vivido a cada hora e segundo.
No dia de Natal
Algo acontece de bom sobre o Mundo.

Natal é quando um homem quiser. Por isso, cabe-nos a nós, crianças de hoje, homens de amanhã, acabar com a fome e com a guerra!

O Natal é uma época festiva em que se celebra o nascimento do Menino Jesus.
Esta época do ano é mágica: as famílias reúnem-se e pensa-se mais no amor e na ajuda às pessoas carenciadas.
Como seria bom e justo se todas as pessoas pudessem viver sempre com dignidade!

Quando Ele nasceu
No mundo acabou a dor.
Espalhou-se a paz e alegria
Nasceu o Salvador!

O Menino nasceu em Belém
Em gruta e manjedoura.
Vem acabar as guerras
E pôr a paz duradoura.

Pobreza, tristeza, solidão, insegurança
Nasceu o Menino, renasceu a esperança!

O Pai Natal bate à porta
Truz, truz
“Venho trazer um presente
Nasceu o Menino Jesus!”

O Natal é a festa da família, amigos e colegas. Pode ser com o Pai Natal ou sem ele.
O Natal sem prendas também é bem sentido!

O Natal é sempre uma época feliz para todos nós. Convivemos com as famílias e recordamos o nascimento de Jesus.


Para que os países em guerra façam a paz;
Para que as famílias fiquem unidas;
Para que não haja tantas pessoas a morrer;
Temos de ser solidários uns com os outros.

Natal, para mim, é alegria. Não deixo de pensar no que de tão especial aconteceu neste dia. Foi uma explosão de alegria!

Nasceu o Menino
Criança de olhar meigo e profundo
Que olha por todas as crianças
Espalhadas pelo mundo.

Alunos do 5º 5

Natal a muitas vozes...


O Natal é uma época mágica e única. Partilha esta época tão especial com a família e amigos.

Aproveita, e não te esqueças da verdadeira mensagem do Natal: fazer o bem, sempre.

Este Natal, partilho um pouco com as pessoas que me rodeiam.

O Natal é um dia muito especial. Fica no quentinho, dentro de casa com a lareira acesa. Vive este dia especial com a tua família.

Família reunida, fraternidade, paz e amor. Nasceu o Salvador.

Um Natal em família é um Natal feliz. Toda a gente se vai lembrar, pois Jesus nasceu com muita alegria. Toda a gente vai decorar e fazer um presépio para na noite de Natal todos juntar.
Doces comer, comer até encher e, no fim, pensar no que de bom podemos conseguir.

O Natal não é só receber presentes. É também ajudar os que precisam que lhes dêem amor e carinho.

Vive o Natal, aproveita-o bem com a família e amigos! Porque o Natal não é todos os dias, mas deve ser lembrado em todos os momentos.

O Natal é para ser vivido com alegria e paz.
No Natal, deve-se juntar a família e ir à missa do nascimento de Jesus.
No Natal, comem-se as filhós, rabanadas e bolo-rei.

Caros amigos de todo o Mundo!
Ouçam e leiam, por favor!
Neste Natal, os vossos pensamentos e acções devem ir no sentido de ajudar aqueles que mais precisam, dar abrigo e de comer àqueles que têm fome.


Alunos do 6º 1

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Um Pouco de Mim...

Olá! Chamo-me Alison, tenho 11 anos e frequento o 6º ano. O meu nome é de origem inglesa. Nasci na Suiça, na parte italiana da cidade de Bellinzona. Os meus amigos tratam-me por Ali (eu até prefiro este tratamento). Estive na Suiça até aos 2 anos e, depois, vim para Portugal.

Quando tinha 18 meses, escaldei-me com um balde de água a ferver; a sorte foi que nada de mal aconteceu, quer dizer, escaldar-me é mau, mas depois disso tudo correu bem. Ainda tenho as marcas nos pés e na barriga, mas já me esqueci...

Queria contar-vos que adoro a minha família; ela está sempre preparada para me apoiar, para me ajudar e para me ouvir. Todos estão sempre do meu lado e espero que continue sempre assim ao longo da minha vida.

Adoro os meus amigos(as), são divertidos, simpáticos e estão sempre comigo. Às vezes aborreço-me com eles, mas depois tudo se resolve.

Sabem, sou muito desastrada! Ora vejam: não tirei o telemóvel das calças, nem reparei que o tinha dentro do bolso e meti as calças na máquina de lavar. Claro que o telemóvel ficou estragado. Agora gostaria de ter um telemóvel com mais capacidades, mas sei que isso é improvável ou mesmo impossível, porque são muito caros.

O meu sonho é tirar nível 5 a tudo, ganhar o euromilhões, visitar Londres e ir aos USA.

As pessoas que me marcaram foram a minha bisavó materna e o meu bisavô paterno, porque todos os outros familiares que não conheci não posso pronunciar-me sobre as suas formas de ser.

A morte é algo que existe e temos de a compreender. Nada pode mudar o percurso das pessoas...
Alison - 6º 1

Sou o Rui

Eu sou o Rui. Sou um menino muito brincalhão, muito amigo dos colegas e gosto da minha família.

Sei que, quem me conhece, gosta de mim. Fazem-me carinhos e chamam-me "meu russinho" porque os meus cabelos são muito louros, mas sinto pena de estarem a escurecer...

Desde pequeno que uso óculos bastante graduados, tal como o meu irmão que, depois de operado aos 18 anos, deixou de os usar.

Gosto muito do meu irmão Pedro que já está na faculdade, mas brinco com o meu primo Daniel que é um verdadeiro amigo, embora ele já me tenha partido um braço quando estávamos a jogar a bola. Claro que foi sem maldade porque estávamos a brincar.

Também gosto muito de praticar desporto. É algo que vem do meu irmão. Ele era um bom guarda-redes de andebol, por isso eu soiu jogador do Andebol Clube de Lamego. Já recebi o prémio de melhor guarda-redes! Pratico, também, voleibol e este ano fui campeão a nível nacional de gira-volei (do escalão 8-10).

Desde a infantil que acompanho um colega e amigo especial que se chama Duarte. Passamos os nossos tempos livres a jogar futebol.

Fisicamente, sou igual ao meu pai Henrique que é sub-chefe dos guardas prisionais. No entanto, gosto muito do carinho da minha mãe Cristina que para mim é uma heroína!

No futuro gostava de frequentar a Academia Militar e ser oficial do exército. Por enquanto vou ter de me preocupar em estudar e ser um bom aluno.


Rui - 6º 1

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Uma Viagem Atribulada


Era uma vez um menino chamado Diogo que vivia em Lamego.
Um dia foi com os pais a uma aldeia perto desta cidade, para comprar lenha para a lareira de casa.
Era Inverno e o tempo estava muito frio. Havia gelo na estrada, que era muito estreita e com curvas perigosas.
Apesar do frio, o Diogo ia muito contente e divertido porque gostava de passear e observar a paisagem que se podia avistar do cimo da serra.
O pai conduzia calma e cuidadosamente, pois as condições de tempo estavam más.
A certa altura, numa das muitas curvas fechadas, apareceu uma pequena manada de bois que atravessava a estrada.
Então, muito surpreendido e aflito, o Diogo gritou:
- Cuidado, pai, senão vamos atropelá-los!! …
O pai nem teve oportunidade de responder, de tão ocupado que estava a tentar “ desembrulhar-se “ da situação.
De repente, o carro parou, mesmo quase em cima da manada de bois.
Se não fosse o susto que todos tinham apanhado, a situação até seria cómica. Na verdade, não é todos os dias que se vê na estrada um carro rodeado de animais que, pasmados, os iam observando! …

Henrique Jorge de Almeida Madanelo, nº 10, 5º5

Viagem ao Gerês!

- Daniela, despacha-te, já estamos atrasadas. – dizia a Matilde.
- Espera aí, tem calma – murmurava a Daniela. – Eles podem esperar um bocadinho.
A Matilde e a Daniela iam passar um fim-de-semana ao Gerês com dois amigos, o David e o Tiago, que iam participar numa corrida de bicicletas.
- Que chatice, elas nunca mais vêm – desesperava o David que era um impaciente.
- Já sabes como é a Daniela. E também não estão assim tão atrasadas. -atalhou o Tiago.
Passado pouco tempo chegaram as raparigas.
- Desculpem pelo atraso, já sabem como é a Daniela… – criticou a Matilde.
- Que tem? Só demorei um bocadinho. Tenho de me pôr bonita.
- Vá, entrem mas é no carro – disse a Matilde que era a mais velha e já tinha a carta.
- Malta, chegámos. – anunciou a Matilde, mas sem sucesso, pois estavam todos a dormir.
Mas a Matilde teve uma ideia. Deu uma buzinadela, acordaram todos. Foram pôr as malas no hotel e, de seguida, foram dar um passeio.
- Que sinal é aquele? – perguntou a Daniela.
- É para termos cuidado com os animais – esclareceu a Matilde.
- Não deve haver nenhum animal – dizia a Daniela, desconfiada.
De repente, sem mais nem menos, aparece uma vaca na estrada, e a Matilde teve que se desviar para não a ferir ou matar..
- Para a próxima temos de ter mais cuidado.
Mais à frente aparece um sinal que os prevenia para se ter cuidado com a neve.
- Felizmente, estamos no Verão e este sinal não é importante nesta estação do ano – disse o Tiago
- Realmente – respondeu a Matilde.
No dia seguinte, às 8:00h, o Tiago e o David estavam prontos para a corrida de bicicletas.
- Partida, largada, fugida. – gritou um senhor.
Quase no fim da corrida apareceu um sinal a que o David nem sequer ligou, e não teve cuidado. Então na curva derrapou e caiu. O Tiago, ao vê-lo no chão, saltou da bicicleta e foi ter com ele.
- O que aconteceu? Não viste o sinal?
- Não tive cuidado e caí.
- É o que dá não ter cuidado - concluiu o Tiago
E assim foi o fim-de-semana dos quatro amigos, que precisam de dar mais atenção aos sinais de trânsito.


Bárbara Carrulo Rodrigues – N.º4 – 5º 5.