sábado, 14 de janeiro de 2012

Um ser que me acompanha...



Olá!
A minha cadela chama-se Luna. Tem olhos verdes claros, pelo loiro, nariz pequenino, focinho curto e pequenino, cauda longa e é um bocado gordinha, porque se alimenta bem.
É muito simpática, mesmo para pessoas que não conhece. No entanto, se estiver se estiver no nosso colo e alguém lhe tenta fazer uma festa, pensa que nos querem magoar e ameaça morder. Também não gosta que eu e a minha irmã andemos á bulha “bulha”.
Quando alguém da minha família (irmã, mãe, pai) chega a casa, a Luna faz uma festa, abana-se toda.
Normalmente, dorme ao pé de mim e da minha irmã, no fundo da cama. Quando tem frio, sem darmos por ela, mete-se debaixo dos cobertores.
Gosta muito de salsichas e de carne. Não gosta de cebola, alho e pão.
Na verdade, gosto muito do meu animal de estimação.
No entanto, a Luna também requer alguns cuidados. É preciso levá-la a passear, pelo menos três vezes por dia, tratar da sua higiene e saúde. Vai ao veterinário tomar vacinas e fazer consultas, sempre que é necessário.
Quando vamos de férias, procuramos locais que permitam o acesso a cães.

Henrique Madanelo - 6º 5

Recordações...



O meu objeto preferido é uma manta que tenho desde que nasci. Foi feita especialmente para mim, e eu gosto muito dela.
De um lado é rosa clarinho de veludo , tem uma ursinha bordada, e uma corda de estender a roupa com várias peças em miniatura penduradas. Já do outro lado é de algodão muito fino, branco e suave. Certo dia perguntei à minha mãe por que razão gostava eu tanto daquela mantinha.
A minha mãe contou-me que me envolvera nela desde o primeiro dia em que nasci por ser muito fofinha, suave e própria para bebé. A minha relação com ela foi, e ainda é, muito importante. Ela acompanhou-me sempre nas consultas de pediatria em Coimbra (lugar onde nasci) e nos longos sonos no infantário. Com ela sentia-me sempre segura e agarrava-me a ela como se fosse a minha mãe. Estava sempre comigo e acompanhava-me para todo o lado, até à entrada na escola do primeiro ciclo, em casa para dormir, nas férias, nos passeios e mesmo no sossego da minha casa.
Desde que iniciei a minha vida escolar, a manta fica à minha espera, porque já não a posso levar. Ainda hoje me sinto muito reconfortada apenas em olhá-la e recordar os bons momentos que já passaram…



Marta - 6º 5

Objeto favorito



O meu objeto favorito é o meu telemóvel, pois é onde eu tenho os meus filmes e as minhas músicas preferidas. Também é com ele que eu posso comunicar com quem eu quero, estando longe da pessoa com quem estou a falar.
O meu telemóvel é preto, a marca é NOKIA X6 e também tem 5 megas de câmara, cujo nome é Carl Zeiss. Em Portugal, por enquanto, esta marca só existe na rede Vodafone, mas o meu veio da Suíça, porque foi o meu padrinho que me deu de prenda de anos.
Ele é tátil e por dentro contém muitos fios, a bateria e o cartão da rede, sendo a minha a TMN.
Com o meu telemóvel falo com os meus colegas, principalmente, com a Bárbara, a Joana, a Juliana e o Rúben Alexandre. De vez em quando, sempre que preciso de alguma coisa, falo com a minha mãe ou com alguém da minha família.
Eu, com ele, consigo ir à internet, ouvir músicas, ver filmes e muitas mais coisas.
Eu costumo chamar ao meu telemóvel, uma “Máquina Fotográfica” ou “Multi – Funções”, pois tem uma boa câmara e uma boa qualidade de imagem.
Eu gosto muito do meu telemóvel!






Sérgio - 6º 5

Um livro: uma lição!



É a história de uma adolescente chamada Joana, que tinha uma amiga chamada Marta que morreu devido às drogas.
Para a Joana, escrever um diário, seria como se estivesse a escrever para si própria. Então, decidiu escrever cartas a Marta. Nas cartas que escrevia à Marta, a Joana relatava o seu dia a dia, a sua tristeza, a sua alegria, a sua angústia e a sua felicidade.
A Joana vivia numa casa com a sua mãe, com o seu pai, com o seu irmão, que ela tratava por pré-histórico, e mais tarde com o Lucas, um cão que encontrara abandonado na rua.
Para Joana, tinha um pai em part-time que só sabia oferecer-lhe relógios. Uma mãe que só se preocupava com o pré-histórico, e com a sua loja, e o seu irmão mal lhe falava.
Marta tinha um irmão chamado Diogo, que teve alguma dificuldade em ultrapassar a morte da sua irmã. A Joana, como era muito amiga dele, sempre tentou ajudar, mas a certa altura ela descobriu que o Diogo, tal como a irmã andavam metidos nas drogas. Com curiosidade, também quis experimentar… Ela sabia que estava a cometer um grande erro, mas Joana queria saber o que é que a Marta tinha sentido.
Depois de tudo isto, a Joana, sem se aperceber, tinha entrado no mundo da droga. Quando o Diogo se tratou, decidiu ir viver com o pai, que já estava divorciado da mãe.
Mas Joana, acaba por não resistir no mundo da droga, e morre…

Opinião: Gostei muito do livro. É uma história bonita mas com um final triste. Este livro fez-me pensar numa pessoa que gostava muito, mas que acabei por perder, não pelo mundo das drogas, mas por outros motivos.


Hugo - 6º 5

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Uma palestra científica e esclarecedora do projeto Comenius

No dia 13 de dezembro, os alunos das turmas 5º2, 5º5, 6º5 e 7º 1 assistiram e participaram numa palestra sobre as espécies faunísticas da região norte de Portugal.
Todos estivemos muito atentos às explicações e exposições dos senhores professores da UTAD ao longo de duas horas.





Este encontro enriqueceu-nos e proporcionou-nos momentos de aprendizagem teórica e prática, pois até observamos a natureza com binóculos e lunetas e utilizamos o microscópio. Colocamos perguntas curiosas às quais obtivemos sempre respostas bem explicadas.
Comportamo-nos muito bem e desejamos que mais momentos destes possam vir a acontecer para que os nossos conhecimentos não se fiquem só pelo que está nos livros.
Obrigada aos nossos professores e à direção do nosso agrupamento.

Os alunos das turmas envolvidas.

MISTÉRIO...




Certo dia, uma bruxa com o nome, de “ Bochechuda “ recebeu em sua casa um catálogo da loja “ Variável “ onde dizia: “ Vendem-se caixas incríveis a preços imbatíveis; ligue já 760 200 420 “. A bruxa, ao ver aquilo, ligou para lá e escolheu a caixa que tinha um desenho de bruxas.
No dia seguinte, a bruxa recebeu a caixa e estava tão entusiasmada que a abriu logo. De lá tinha saído um gato preto que de repente começou a crescer até ficar do tamanho da casa da bruxa.
Ao pé da casa da bruxa estava plantada uma árvore sem folhas, onde de noite costumava andar por lá um mocho muito gordo e farfalhudo que ia caçar.
O mocho não gostou nada do gato preto, por isso foi chamar o feiticeiro, para lançar um feitiço.
O feiticeiro, ao ver um gato preto tão grande, teve medo e foi chamar o “ bando das lãs, que era mestre em karaté.
O “ bando das lãs “, ao ver aquele gato enorme exclamou:
- Que gato tão grande! Nunca o conseguiremos derrotar!
O “ bando das lãs “, por sua vez, foi chamar o gato branco.
Quando o gato preto viu a gata, apaixonou-se e começou a minguar, até ficar com o tamanho normal.
De repente, uma boneca, a cavalo num rato, diz:
- Iuu! Ó seu gato preto feio e rabugento, tu não me apanhas!
O gato preto, ao ouvir aquelas palavras, teve vontade de os perseguir.
Ao persegui-los, a pulga entrou dentro do pelo do gato e matou-o.
Quando o feiticeiro chegou a casa, teve pena do gato preto e lançou um feitiço para o ressuscitar e ser bom para sempre.


Ana Beatriz nº1 - 6º 5
Flávia Pereira nº7 - 6º5

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A caixa misteriosa



Era uma vez, uma caixa misteriosa.
Vivia numa zona montanhosa.
Quando a abriam
Ficava furiosa.

A caixa era má
Qualquer coisa a assustava.
A pessoa que lá passasse
ficava aterrorizada.

A caixa bebia chá
E dizia olá,
Sabia a nota lá
E cantava o trálálá.

A caixa foi aprender a ler
E depois a escrever
Mas depois arrependeu-se
E foi para casa a correr.

Maria Teresa 5º6 Nº27
Ricardo Barreto 5º6 Nº23