segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Um Mar para AMAR...


O mar é uma extensão de água
com muitas algas e muito salgada,
pois é de lá que tiramos
o sal que pomos na salada!

No verão,
o fato de banho vestimos
para no mar nadar
e muito nos divertirmos.

Ao mar não vamos só nadar
mas também peixe pescar,
e no final do dia
Assá-lo para o jantar.

Lindas conchas
também vamos encontrar,
e dentro delas
pérolas procurar.


Mas não são só peixes e conchas
que no mar encontramos,
pois foi através dele
que muitas descobertas fizemos.

Navegando no mar
Muitas terras longínquas encontrámos,
mas também foi a navegar
que muitos produtos comercializámos.


Há muitos anos atrás
em mares nos aventurámos,
com naus e caravelas
produtos agrícolad e ouro encontrámos.

Muito mais o mar nos dá
o mar esconde.
Se querem mais em verso
o mar cantar
convido-vos à poesia
aderir,
e, sobretudo, AMAR!...



Mariana Montenegro - 6º 4

Amigos do Mar

Num certo dia de verão, o Rio andava a fazer a sua caminhada da manhã. Tudo parecia normal, mas quando chegou o Mar, algo de estranho se passava. Já não se via a espuma branca da onda a brilhar nem o reflexo do sol na água, mas sim uma água escura e suja. Já não se ouviam as sereias a cantar, mas sim os gritinhos de pavor dos peixes a pedir "socorro!".
O Rio começou a chorar, mas apareceu por entre a água, a rainha do Mar, a grande Baleia Azul! Ao ver o Rio assim, perguntou-lhe:
- O que tens, Rio?
- Estou triste por ver o Mar neste estado - soluçou o Rio.
- Não te preocupes. Tudo se vai resolver - acalmou-o a Baleia.
- O que é que aconteceu? - perguntou o Rio.
- Construíram uma fábrica aqui perto e, agora, a água contaminada que dela vem, é descarregada no Mar - explicou a Baleia Azul -, morreraam muitos peixinhos!
- Que pena! E agora? - quis saber o Rio.
- Bem... Vamos mudar-nos... - disse a Baleia.
- Será a melhor solução! Adeus, então. - despediu-se o Rio.
- Adeus! - disse a Baleia.
Por sorte, uma andorinha ouviu a conversa e foi contar aos humanos, precisamente aos donos daquela fábrica que vinha a provocar aqueles estragos há vários meses. Eles compreenderam a situação e deslocaram a fábrica para outro sítio. Nunca mais se deu conta de algo que poluísse aquele lugar e nenhum peixe abandonou mais aquele lugar do planeta Terra.

Ana Filipa - 6º 4

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Um mundo fantástico!


Estava o céu azulinho, com um frio de tremer o dente quando, vinda da escola, vejo um corvo numa horta a comer uns vegetais que por ali havia.
Fui à horta, aproximei-me do corvo e este, em vez de fugir, pergunta-me:
- Olá, como te chamas?
- Chamo-me Arnaldo – respondi eu, assustada.
- Não te assustes. Eu não faço mal a ninguém – informou ele ao ver a minha cara de susto.
- E tu, como te chamas? – perguntei eu.
- Eu sou o corvo Alfredo. Gosto imenso de aventuras, sou muito curioso. Convido-te para vires comigo e se também gostas de pôr à prova as tuas emoções, podes contar comigo.
- Claro que gosto – aceitei o convite, mas muito receosa.
E lá nos aventurámos pelo Bosque da Fantasia, sempre acompanhada do meu amigo corvo Alfredo. Levou-me até uma casa abandonada.
À entrada, o corvo bateu suavemente na porta com uma cadência que me pareceu ser um código. Quando a porta se abriu, entrámos e eu fiquei surpreendida ao ver que não se tratava de uma casa, mas sim de um portal.
- Entra neste portal e entrarás numa terra onde te vais maravilhar! – explicou ele.
Entrei e fui parar a uma localidade que aparecia em livros de crianças. Estava repleto de gomas, trampolins e de outras diversões tão do meu agrado.
Aí, não havia dia nem noite, havia crianças, muitas crianças a brincar e eu transformei-me numa delas sem ter feito nada para isso. Foi algo que se passou tão repentinamente que nem me permitiu recusar ou fazer qualquer reparo. Posso dizer-vos que regressei aos meus tempos de infância… Que delícia, que encanto! Já há muito que não me acontecia uma surpresa. Esta foi a melhor dos últimos tempos.
Ao longo desse tempo que aí permaneci, fui acarinhada, desafiada para situações engraçadíssimas, provei manjares de variedades e sabores que nunca imaginara existirem, conheci personagens que me fizeram ver como é interessante a vida e a natureza, mas também me fizeram enfrentar perigos para que eu desse mais valor às pessoas e a seres que nos parecem insignificantes, mas importantíssimos para a nossa vida. Aprendi muito porque aprendi a escutar e a envolver-me na resolução de problemas e dificuldades. Foi um verdadeiro teste à minha personalidade e à minha capacidade de resistência. Valeu a pena conhecer aquele mundo!...

Foi triste ter de regressar ao nosso mundo, mas devido a tudo o que vi e enfrentei passei a ver o que me rodeia de outra forma. A imaginação permite-nos viajar e refletir quando há vontade de mudar.

Nunca desistam de sonhar!...

                                                           Mariana Montenegro – 6º 4

Dialogar, resulta!

Naquela fria varanda, quando o pôr do sol iniciava a sua caminhada, uma menina de cabelo ruivo e olhos azuis pensava sobre a sua vida e como queria que ela melhorasse. Tinha medo de muita coisa e de muitas pessoas.
Essa menina julgava que não tinha ninguém e, por isso, queria desaparecer. Ela achava que teria sido bem melhor não ter nascido.
A sua família e amigos não davam conta que se sentia só e abandonada porque ela não o demonstrava. Gostava muito de conversar, de conviver com todos, mas nem mesmo essas pessoas notavam aquilo que ela sentia. No entanto, gostava, essencialmente, de desabafar com a mãe.
A menina, numa das conversa com a mãe, disse-lhe o que sentia e o que pensava da vida que tinha.
- Ó Xana, imagina como são aquelas pessoas que não têm nem pai nem mãe, família ou amigos. Como é que tu achas que eles se sentem?  Pior que tu e também se sentem sozinhos e não se acham ninguém, com toda a certeza. Contigo não se passa nada disto, nem nada que se pareça – explicou-lhe a mãe, olhando-a bem nos olhos.
A Xana, a partir desse momento, decidiu repensar o que dissera e o que pensava do mundo. Nada melhor desabafar, ter alguém amigo que nos compreende e nos escuta para mudarmos e enfrentarmos a realidade. Durante alguns dias ainda refletiu e leu alguns livros que a mãe aconselhou e, depois, decidiu que nada iria ser como dantes. A sua vida iria ser muito mais virada para os amigos, para a família e para tudo o que o mundo apresentasse, mesmo o que fosse menos bom. Aí nada melhor que dialogar sobre esse aspetos e, assim, as suas tristezas desapareceriam. É sempre bom o diálogo e abrirmo-nos aos outros. Desta forma poderemos enfrentar tudo… 


Luísa Cabral, Marta – 6º 5         

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Uma palavra importante


A amizade é mais importante
do que um jogo de computador,
mas quando um amigo nos abandona
sentimos uma grande DOR!

A amizade não é um brinquedo,
mas sim a coisa mais importante
que podemos ter,
mas também a melhor ...
que podemos oferecer!!!


Ana Raquel Melo e Ana Raquel Areosa - 6º 4

A vida flui...

O inverno
é uma estação do ano,
vestimos roupas quentes
e não roupas de pano!

As noites são maiores
os dias mais pequenos,
quando vem a neve
bonecos fazemos...

Comemora-se o Natal,
come-se uma rabanada,
alguns sonhos de abóbora
no dia de consoada.

Embora esteja frio,
é muito divertido
com alegria e apetite
vamos comer um sortido!

Na neve brincamos,
rimos, corremos e saltamos.
Quando chega o dia de Reis
as janeiras às portas cantamos!

Temos coroas a fazer,
e músicas para decorar,
para nos divertirmos,
balões camos furar!

Confetis, máscaras e serpentinas,
nas ruas começamos a ver,
é o Carnaval a chegar
e com ele a Natureza a florescer...

Quando esta festa acabar,
as ruas começamos a limpar.
o tempo começa a aquecer,
é o tempo de primavera
que vamos viver!

A casa vamos arranjar,
pois Cristo ressuscitou.
Os ovos começamos a esconder
para a caça ao tesouro
podermos fazer!!!

Ana Filipa e Ana Margarida - 6º 4

Um pequeno mundo

Uma flor
tem pétalas
e um coração
que se parte
com uma firme mão.

Estou a ver,
mas não quero saber,
estou a ouvir,
mas será que
estou a sentir?

Vejo a lua,
mas não vejo o sol,
vejo a escuridão,
mas não vejo a iluminação.

Eu gostava,
podes crer,
que não sei,
mas gostava de saber...

Videirinha pequenina
tanta vinha tens para dar.
Quando eu for maior,
já te posso provar.

Oliveira,
Tens muito tempo p'ra crescer.
Um dia irás dar azeitonas
para eu comer.

                                                   Ana Beatriz Santos - 6º 4