Se os animais falassem
tudo era uma zaragata.
Talvez as vacas voassem
ou fizessem a espargata!
Se os animais falassem
os humanos podiam miar
talvez até mugissem
ou pior, até chiar!
Se os animais falassem
que língua falariam?
Será que falavam português
ou falariam alemão?
Se os animais falassem
o mundo ficaria de pernas para o ar.
Se calhar, as plantas andavam
e os móveis comiam, comiam...
sem parar!
João Nuno Santos - 5º B
Agrupamento de Escolas Latino Coelho
sábado, 2 de novembro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
Rimas à solta!
Debaixo daquela aguarela
está uma chinela,
que é como uma panela,
verde e amarela
mais forte que uma sentinela
verde e amarela!
Vento...
Sopra o vento, Vuz..., vuz...
leva o vento Vuz..., Vuz...
corre o vento como a luz...
Bate à porta, truz, truz...
Empurra a janela, truz, truz...
Parece desesperado com o seu capuz!
Ele empurra, pum, pum...
Ele choca, pum, pum...
nem sabe contar até um!
Toca o sino, dlim, dlim...
parte o vidro, plim, plim...
Ele só faz tolices,
isso sim!
Ai quem me dera!
Ai quem me dera
ter uma cidade para brincar
saltar e pular!
Ai quem me dera
ter um cão
para lhe dar de comer
para ele não adoecer!
Ai quem me dera
ter um coração
tão certinho como a perfeição!
Ai quem me dera
ter um animal,
só meu,
para partilhar os meus segredos
e ser todo, todo meu!
Ai quem me dera
ter um amigo só,
para partilhar tudo
e não contar a ninguém
sem piedade nem dó!
Rodrigo Gabriel - 5º B
Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
"A Volta ao Mundo em Oitenta Mil Notas Musicais"
No dia 16 de outubro de
2013, pelas 10:30h, saímos da nossa escola, com as nossas professoras de
Português e de Matemática, em direção ao TRC, para assistirmos a um momento
musical, proporcionado pela Orquestra do Norte. O título até era motivador e
curioso por causa da obra, universalmente conhecida de Júlio Verne, “A Volta ao
Mundo em Oitenta Dias”.
Entrámos e sentámo-nos
na plateia, mesmo nos lugares da frente. Já lá estavam alunos de outras
escolas, muito bem comportados. Antes do início do espetáculo, aproveitámos
para apreciar a beleza daquela sala. Notava-se que é muito antiga, mas com uma
decoração magnífica!
Chegou a hora do
espetáculo começar. O apresentador deu-nos algumas informações sobre o que
íamos ouvir e aprender sobre um compositor de nacionalidade francesa, chamado
Camille Saint-Saëns, que viveu entre 1835 e 1921. Este homem célebre no mundo
da música viajou muito e quis deixar-nos testemunhos da cultura dos vários
países, através da música.
Ouvimos os vários
instrumentos e as suas melodias, identificando os respetivos nomes. A orquestra
deu-nos a conhecer os acordes de músicas da Arábia, de Espanha e do Japão.
Tivemos de estar muito atentos, porque no final iríamos responder a um
questionário.
Quando o apresentador
nos inquiriu sobre aspetos do compositor e da sua obra ali apresentados, demos
conta que tínhamos aprendido alguma coisa, mas vários alunos ainda hesitaram
nas respostas. No entanto, todos nós achámos que foi uma atividade
enriquecedora, curiosa e divertida!
Realmente, com o que
ouvimos, foi uma viagem pelo mundo e até nos deixou um “bichinho atrás da
orelha” que vai obrigar-nos a ir viajar por enciclopédias, livros, Internet, ou
mesmo fotos e CD de música clássica.
Gostaríamos de mais
momentos como este…
Alunos das turmas 5º A
e B
Agrupamento de Escolas
Latino Coelho, Lamegosábado, 19 de outubro de 2013
Tenho um amigo...
Tenho um amigo
de cauda sempre a abanar.
Gosto muito dele,
é um amigo
que está sempre a ladrar.
Quem será ele?

É um amigo chamado Steel
que tem uma coleira,
ladra de alegria
quando me vê...
É um amigo à maneira!
É um amigo pequenino
mas com dentes bem afiados.
Quando não conhece alguém,
tenham todos cuidado!
O meu amigo é assim
um amigo especial.
Quem ainda não o identificou,
digo-lhes apenas
que é um fantástico animal!
João Nuno Santos - 5º B
Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego
Uma criança!
Ser criança
É o melhor que há no mundo.
É não parar quieto
nem um segundo!
Brincar com os colegas à apanhada,
correr no campo e saltar,
é uma paixão!
As crianças só querem brincarcom a sua imaginação!
As crianças não sabem
o que é uma crise
o que é a pobreza...
Só veem o mundo
cheio de beleza
e nunca o dinheiro imundo.
Ser criança
é o melhor que alguma vez pode existir.
É poder imaginar,
ser livre
e conseguir acreditar
que um ser tão frágil
a PAZ pode espalhar!
João Nuno Santos - 5º B
Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Um fantasma diferente

Era
uma vez um fantasma
Chamado
Bibulão.Era feito de ectoplasma
E tinha cara de cão.
Assustava
toda a gente
Este
esquisito fantasminha.Ninguém era suficientemente valente
Para pôr o fantasma
Com pele de … galinha!
Mas
o fantasma Ingenuidade
Pôs
os miolos a funcionar.Teve uma ideia:
Irem todos para outra cidadeE o Bibulão já não tinha ninguém
Para assustar!
Já
não havia ninguém
Para
o Bibulão assustar.A história acabou bem
Para os fantasmas
Que outra cidade foram procurar.
João
Nuno Santos – 5º B
Agrupamento
de Escolas Latino Coelho, Lamego
Um novo planeta!

Um
senhor, de nome Joey Macdonald, vivia nos Estados Unidos e trabalhava na NASA.
Por
causa do seu trabalho, relacionado com a astronomia e outros aspetos do espaço,
foi escolhido para fazer uma viagem de foguetão até um planeta que tinha sido
descoberto por acaso, mas que ninguém sabia dizer nada sobre ele. Era um
planeta pequeno de onde se podia avistar a Lua em determinados lugares e
momentos. Ora, isto também significava que este planeta estava próximo da
Terra.
Logo
após o dia em que foi informado da sua missão, este astronauta preparou-se o
melhor possível para esta curiosa viagem. Já com o fato vestido, entrou no
foguetão e rapidamente se iniciou a contagem decrescente para a descolagem:.
“Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro,
três, dois, um e… descolagem” – anunciava aquela voz de serviço a todas as
viagens que implicam uma imponência como é a partida de um objeto monstruoso
para o espaço.
Passados
dois dias, Joey chega ao planeta desconhecido. Sai do foguetão com tudo o que era
necessário para a observação e recolha de material que todos ansiavam na Terra.
De repente, viu qualquer coisa a mexer-se. Decidiu arriscar e ver o que seria.
Mas… em vez disso só viu umas pegadas. Isso queria dizer que havia vida naquele
planeta.
Foi
nesse momento que apareceram duas criaturas retangulares com braços e pernas e
até rosto! Os seus corpos eram brancos, mas o mais estranho de tudo é que estes
seres eram autênticas folhas de papel, mas com vida. Traziam nas mãos tritões
feitos de papel que pareciam estar afiadíssimos.
-
Mexe-te, ó coisa, – gritou uma das folhas – ainda te picamos!
-
Eu não sou nenhuma coisa. Mas agora é que dei conta: vocês falam a mesma língua
que eu!
-
Sim , sim, mas agora mexe-te.
Joey
obedeceu sem mais nada dizer.
Minutos
depois, o nosso astronauta estava deslumbrado perante uma cidade de papel. A
comida, as mesas, as cadeiras… era tudo de papel. No centro da cidade havia um
palácio onde vivia o rei Papel Papes III. Entraram naquele lindo edifício e
foram diretos à sala do trono onde estava o rei.
-
Sua Majestade, queremos anunciar-lhe que temos aqui uma criatura que fala como
nós e não é feita de papel - informou uma das folhas de papel que o tinha
detido.
-
Não é feito de papel? – perguntou o rei muito zangado – Ponham-no nas masmorras
para sempre. Não faltava mais nada termos aqui intrusos.
-
Sim, senhor. Sua Alteza pode ficar descansado que iremos executar imediatamente
a sua ordem.
E
lá foi Joey para as masmorras de papel. Ficou lá três dias até que teve uma
ideia. Como as grades eram feitas de papel, ele podia rasgá-las. Os habitantes
daquele planeta nem sequer sabiam disso! Foi o que fez e conseguiu escapar sem
ninguém o ver. Regressou à sua nave correndo o mais que podia e sem grande
alarido para que não o perseguissem.
Quando
chegou à Terra, foi recebido como alguém corajoso, pois o planeta era mesmo
desconhecido (para além de esquisito). Contou as suas peripécias e ficou
famoso, fazendo com que crianças e adultos imaginassem o
que será viver num planeta só de papel.
João
Nuno Santos – 5º B
Agrupamento
de Escolas Latino Coelho, Lamego
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