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domingo, 24 de maio de 2009

As Boas Práticas da Nossa Escola

O nosso trabalho final do Projecto Conectando Mundos foi um desafio à nossa consciência ecológica, cívica e ambiental, numa construção e desenvolvimento da cidadania global. O problema abordao foi o Aquecimento Global e os malefícios que sofremos com este fenómeno.
O tema global era "O Efeito Borboleta", ou seja, qualquer coisa ou desequilíbrio que aconteça num lado do Mundo, irá fazer sofrer pessoas e o próprio ambiente noutras partes do Planeta. É com como o bater das asas de uma borboleta: há o batimento e esse acontecimento provoca logo o seu voo. Também na Terra, basta haver a libertação de poucos gases das fábricas, carros, etc., para logo provocar a sua deslocação na atmosfera e haver alteração na temperatura e na composição do ar. O ar desloca-se e vai levar tudo isso para outros lados. Tudo se vai acumulando na atmosfera e se vai alterando o clima e a forma de viver.
Há que começar a pensar naquilo que fazemos todos os dias para evitar a destruição da atmosfera e de todos os seres da Terra.
Como para este nosso Projecto tínhamos de apresentar um invento, onde se aplicasse a nossa imaginação, as energias alternativas e produtos recuperados, decidimos começar pela nossa escola.
Então, achámos que, num futuro muito próximo, uma turbina eólica forneceria energia para todo o edifício da escola e com painéis solares se pode obter energia suficiente para o aquecimento da água do ginásio. Desta forma, aplicámos o conceito de microgeração (aliar dois tipos de energia para a autonomia energética de toda a escola e pode mesmo acontecer que se possa conseguir vender energia).
Com a ajuda, a orientação e as explicações dos nossos professores, elaborámos uma maquete que dá uma ideia daquilo que pode vir a ser uma escola com engenho, não poluidora e ser auto-suficiente ao nível da energia.
Antes desta construção, tivemos outras etapas em que contactámos com equipas de outros países e tivemos de imaginar "Um Dia Sem Energia". Foi engraçado!
O Projecto Conectando Mundos significa ligar países, pôr em comum as pessoas, conhecer ideias e vivências para nos enriquecermos e sermos cidadãos conscientes daquilo que fazemos: a chamada Cidadania Global.
Ficámos a conhecer outros inventos de outras equipas. Tudo isto nos despertou para os problemas ambientais e as atitudes que devemos tomar para que o nosso planeta Terra não morra.
É difícil, mas tudo se pode conseguir se for com boa vontade e ensinando as outras pessoas que não sabem, ou não querem saber. Temos de saber sonhar para podermos concretizar as nossas ambições e os nossos desejos.
Ah, já nos esquecíamos de dizer que nós somos os "Pequenos Engenhocas"!
Só mais uma pequena nota. A nossa escola esteve representada na II Montra de Oportunidades, realizada pela autarquia. Houve um concurso de Projectos de todas as escolas do Concelho de Lamego, inclusivamente as profissionais, e o nosso invento deste projecto representou a nossa escola, depois de bem explicado perante um júri e uma grande assembleia de pessoas curiosas e atentas. Quando foi da atribuição do 1º prémio, foi a nós que o atribuíram. Nem queríamos acreditar! Desta forma, ganhámos todos e fomos reconhecidos publicamente por todo o nosso empenho, desejo de aprender e mostrar que é bom trabalhar e esforçarmo-nos.

Alunos e professores do 5º 1 - E.B. 2,3 de Lamego

terça-feira, 10 de março de 2009

AMIGO SIM. PERDER UM AMIGO NÃO!

Amigo é quem nos ajuda a viver melhor!

É a pessoa verdadeira, frontal e conselheira.

Amigo é alguém sincero.
É alguém com 5*****!

Amigo é saber compreender, é saber guardar os nossos segredos!

É aquele que gosta de conviver, que sabe o que nós queremos.

Amigo é quem está sempre ao nosso lado.

É aquele que sabe perdoar e tolerar.

Ele brinca, ele ouve, ele dialoga.

Amigo é alguém que aparece quando os outros desaparecem.


MAS...

Perder um amigo é reaprender.

É lutar, é chorar.

Perder um amigo é interrogar:"Por que é que isto aconteceu?"

É sofrimento, é perder um pouco de nós mesmos.

Perder um amigo é ficarmos perdidos.

É perder a bússola que nos orienta.

Perder um amigo magoa, fere e destroça.

É um desconcerto, é uma derrota.


Façamos tudo por uma verdadeira amizade,
e que ela dure uma eternidade.
Vera Guerreiro - 9º 2

domingo, 8 de março de 2009

PEQUENOS ESCRITORES - TERRA DO NUNCA

Aplausos para os vencedores do passatempo O PEQUENO ESCRITOR, na Revista Terra do Nunca - JN e DN de 08/03/2009

Estão de parabéns não só estes alunos, mas também a Susana e a Daniela que no dia 01/03/2009 também venceram o mesmo passatempo com as suas histórias. Já são quatro alunos que mostraram que são criativos e alguém os reconheceu.


Bravo. Continuem, porque quem trabalha e se esforça, tem sempre o seu trabalho reconhecido. São uns campeões da escrita.


Uma Aventura na Lua


Era uma vez um menino chamado João. Uma tarde, o João estava num parque a brincar, quando viu um jornal no chão. Aproximou-se e apanhou-o.
No jornal, havia uma notícia pela qual se interessou. Essa notícia era sobre a Lua e dizia que ela estava em perigo. Timha caído em cima dela uma pedra de fogo gigante que a abriu ao meio. O João ficou assustado e afirmou:
- Tenho de ajudar a Lua.
De repente, o João ouviu o pai chamá-lo e foi a correr ter com ele.
- Pai, já sabes da notícia? - perguntou o João.
- Que notícia? - respondeu o pai.
- Uma notícia que estava no jornal sobre a Lua - disse ele.
- Não, não sei, mas o que se passa com a Lua? - quis saber o pai do João.
- Caiu uma pedra de fogo gigante sobre ela e abriu-a ao meio - contou o João.
- Isso é muito grave, mas anda, vamos embora.
O João queria ajudar a Lua, mas não sabia como o fazer. Deitou-se na cama a ver as suas magníficas revistas, até que viu algo maravilhoso e exclamou:
- Já sei. Vou até à Lua num foguetão!
Correu para o pai e disse-lhe:
- Pai, pai! Já sei como posso ajudar a Lua!
- Então, como é, filho?
- Vou até à Lua num foguetão!
- Boa ideia! - exclamou o pai. Mas agora vai dormir que já é tarde. Amanhã falamos sobre isso.
O João foi dormir, mas estava sempre a pensar na notícia sobre a Lua.
- Pai, leva-me a um foguetão para que eu possa ir até à Lua!
- Claro que levo.
O pai do João levou-o até ao foguetão, despediram-se e a viagem correu sem qualquer problema.
O João chegou à Lua e ...
- Oh! A Lua é tão linda e tão brilhante! - exclamou o João.
A Lua era linda e brilhava por todo o lado. O João ficou espantado.
- Não sabia que a Lua era assim tão linda! Esta é a melhor aventura de sempre!
- João, João, acorda João! - disse o pai.
- Sim, pai, já acordei.
- Veste-te e vem ter connosco, que são horas de almoçar.
- São horas de almoçar? Mas então a Lua... Onde é que eu estou? Afinal, isto foi só um sonho! - exclamou o João.
A grande aventura do João tinha sido, afinal, só um sonho.

Ana Raquel Gonçalves Domingos - 5º1


Foi Mesmo Divertido
Era domingo. Na minha aldeia, caía a neve com toda a força.
Quando acordei, a minha mãe chamou-me para ir à janela. Fiquei boquiaberto! Nem queria acreditar no que os meus olhos viam! Estava tudo branquinho...
Logo a seguir ao pequeno-almoço, saí disparado para a rua com o meu irmão, brincámos na neve e construímos um gordo boneco de neve.

Estava muito frio e começámos a ficar com as mãos geladas. A minha mãe chamou-nos para irmos para dentro de casa e aquecermo-nos no quentinho da lareira. Isso iria saber mesmo bem!
Entretanto, já próximo do meio-dia, fui ver os meus queridos animaizinhos. Como estava neve, não podiam sair para passear. Tive de recorrer à forragem.
Regressei a casa, almoçámos e fiquei a brincar com o meu irmão e as minhas primas, que chegaram naquele momento, vindas de Lisboa. Tinha-lhes custado muito a viagem por causa da neve, que tornara algumas estradas intransitáveis. O que lhes valeu foi o limpa-neves ter desobstruído as principais vias de acesso à nossa aldeia. Mas elas vinham maravilhadas com a paisagem e já tinham tirado muitas fotografias. Até acabaram por tirar uma junto do nosso boneco de neve que parecia dizer-lhes:
"Hoje sou um herói. Graças à neve, renasci, mais uma vez. Há quanto tempo ninguém me construía... Pensavam que tinha morrido? Pois enganaram-se. Agora também vou ficar nas fotografias e ficar famoso lá por Lisboa, quando mostrarem as fotos aos colegas, ih, ih, ih..."
- Parece que o vosso boneco de neve se está a divertir como nós! Aqui até os bonecos de neve se riem. É fantástico! - exclamavam elas, eufóricas.
Ora, aproximou-se a noite e eu fui com a minha prima mais nova ver os animais. Ficámos muito surpreendidos quando abrimos a porta e vimos que a minha ovelha preferida estava a ter um cordeirinho. Até já se via uma patinha.
Fui a correr a casa chamar a minha mãe. Com a minha mãe foi também a minha tia e a minha outra prima mais velha. Assistimos todos ao nascimento do cordeirinho. As minhas primas fotografaram tudo com muita admiração, pois nunca tinham visto nada assim, uma vez que moravam em Lisboa!
Para mim, foi um dia especial, porque fiquei com mais um cordeirinho e agora é bom vê-lo brincar, saltar, pular e fazer travessuras.
Que bonita é a Natureza e como é bom viver no campo!

Ricardo Gomes Lopes - 5º 1

domingo, 1 de março de 2009

Hepátia de Alexandria - um exemplo de amor à cultura

Quando nos apareceu esta personagem, Hepátia de Alexandria, como a nossa directora dos trabalhos do Projecto Conectando Mundos, ficámos curiosos e decidimos ir investigar. É assim que conseguimos alargar a nossa sabedoria. Por que motivo escolheram esta personagem e quem será esta ilustre desconhecida?
Vamos, então dizer-vos, de uma forma muito rápida, alguma coisa sobre ela e sobre o lugar que tanto amou - a Biblioteca de Alexandria.

A cultura actual deve muito aos estudos e descobertas de homens e mulheres da Antiguidade. Na História da Humanidade, surgiu, há longos séculos, a promessa de uma civilização científica, sólida e brilhante. A sede, por assim dizer, de todo este conhecimento, há mais de dois mil anos, residia na famosa Biblioteca de Alexandria, uma cidade do Egipto onde os melhores intelectuais da época estabeleceram as bases para o estudo profundo da Matemática, da Física, da Biologia, da Astronomia, da Literatura, da Geografia e da Medicina.

Esta Biblioteca foi construída por reis gregos. Desde a época da sua fundação, no terceiro século a. C., até à sua destruição, sete séculos depois, foi o cérebro e o coração do mundo antigo. Podemos dizer, como hoje, que era a capital editorial do planeta Terra. Nessa altura, ainda não existia a imprensa. Os livros eram caros, copiados à mão e aí estavam depositadas as melhores cópias do mundo. Muitas das obras-primas dos autores universalmente conhecidos estavam aí guardadas e constituíam um património cultural de valor incalculável.
Alexandria era a maior cidade do Egipto. Pessoas de todas as nações iam aí para viver, fazer comércio ou estudar. Aí se trocavam ideias e mercadorias. As pessoas desta cidade nem imaginavam o que se passava dentro da sua grandiosa biblioteca. Aliás, a população nem sequer gostava dela, como também não apreciavam a cultura nem a ciência... Diz-se que foi essa população que a queimou, fazendo com que desaparecessem muitos dos verdadeiros tesouros da cultura mundial.

Ora, o último cientista a trabalhar na biblioteca foi...uma mulher. Distinguiu-se na Matemática, na Física e na Filosofia. O seu nome era Hepátia. Nasceu em Alexandria em 370, numa época em que as mulheres tinham poucas oportunidades e eram tratadas como objectos. No entanto, esta cientista dominava várias áreas do conhecimento tradicionalmente ligadas aos homens. Era muito bela, com muitos pretendentes, mas não casou. Um dos bispos de Alexandria desprezava-a por achar que se relacionava bem com o governador romano e, ao mesmo tempo, ser um símbolo de sabedoria e ciência, que significava paganismo. Mesmo sabendo que a odiavam, continuou a ensinar e a publicar os seus livros e, um dia, a caminho do seu trabalho, foi atacada por um grupo de fanáticos que a mataram de uma forma bárbara. Morria, assim, a última bibliotecária-mor da Biblioteca de Alexandria e a primeira matemática conhecida. Hoje o seu nome é dado a uma cratera lunar, talvez como reconhecimento da sua vastíssima cultura nas áreas da Física e da Astronomia.


A nova biblioteca de Alexandria existe desde 2002, inaugurada com o nome de Biblioteca Alexandrina.

Alunos do 5º 1 - trabalho de pesquisa










terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Projecto "Conectando Mundos"

Caros colegas, professores e encarregados de educação!


Estamos a participar num projecto, a nível internacional, promovido por uma Organização Não Governamental (ONG) e que tem como grnde objectivo "Desenvolver a nossa consciência de Cidadania Global". A nossa professora de Língua Portuguesa, Isilda Lourenço Afonso, fez-nos um desafio ao inscrever-nos neste pequeno, mas grande, projecto.
Não só estamos a desenvolver conceitos e ideias como também as nossas competências em manejar as tecnologias da informação, pois obriga-nos a comunicar com alunos de outros países, através de trabalhos, e-mail e escrever comentários. É fixe! Daí que o nome seja "Conectando Mundos" e este ano o tema é "O Efeito Borboleta" baseado na Teoria do Caos.


Já realizámos as duas primeiras fases do projecto e a equipa a que pertencemos tem o nome de El Salvador. Numa primeira fase, a nossa professora fez a apresentação da turma e na fase 2 fizemos a nossa e preenchemos um quadro com as nossas sugestões de como podíamos passar um dia sem energia. Foi difícil, mas com as ideias que surgiram fizemos algo que é digno do vosso conhecimento. Todo o projecto se relaciona com os cuidados e as atitudes que deveremos ter para respeitar o Ambiente.




Vamos deixar-vos as contribuições que enviámos para a plataforma do Conectando Mundos.


Minha apresentação
Escola EB 2/3 de Lamego - Portugal I


Olá, colegas e amigos!



Somos alunos e alunas portugueses, que frequentam o 5º ano de escolaridade (turma 5º 1), na Escola Básica de 2º e 3º ciclos de Lamego.A nossa turma é constituída por 24 alunos: 10 meninas e 14 meninos. Só um aluno vive na cidade de Lamego e os restantes vivem nas aldeias dos arredores da cidade: Cambres, Penude e Juvandes. A nossa escola é um lugar onde gostamos de estar, com boas instalações, várias actividades lúdicas e excelentes professores, sempre prontos a ajudarem e atentos à nossa aprendizagem e formação.A região turística a que pertencemos é denominada Douro Sul, pois situa-se numa zona banhada pelo rio Douro, que nasce em Espanha e vai desaguar junto à cidade do Porto. A nossa cidade fica em pleno coração da vinha que produz o célebre vinho do Porto, entre montanhas, vales e socalcos, onde predomina o xisto, com muito sol, muita luz e de uma beleza selvagem, vinhateira e pacífica. Nos dias que correm, é muito visitada por turistas, não só por causa dos cruzeiros do Douro, como também devido às belas paisagens e monumentos existentes em várias localidades.Quanto aos alunos da turma, podemos dizer que os meninos gostam imenso de jogar futebol e as meninas voleibol. De vez em quando, alguns de nós "esquecem-se" de estudar e os senhores professores lá têm de lhes mostrar que, sem estudo não haverá bons resultados.Estamos a participar neste Projecto pela primeira vez e estamos a achar "o máximo". As senhoras professoras Isabel Cristina Costa e Isilda Lourenço Afonso, nas aulas de Estudo Acompanhado, orientam-nos, mas outros professores irão também ajudar-nos nas próximas fases, principalmente as professoras de Educação Visual. Este trabalho tem-nos feito reflectir e pensar muito...Até breve.


5º 1 - E.b. 2,3 de Lamego – Fevereiro/2009


UM DIA SEM ENERGIA
UM DIA SEM ENERGIA - E. B. 2,3 de Lamego turma – 5º 1

Hora

Acção

O que acontece…

… num dia com energia

… num dia sem energia





7.00
Despertar
O despertador toca.
O galo canta e eu dou um salto. Abro a janela para entrar a luz. Está na hora.



7.15
Fazer a higiene
Vou ao quarto de banho, lavo os dentes, tomo um duche de água quente, seco o cabelo com o secador.
No quarto de banho, lavo os dentes normalmente. Dirijo-me à cozinha, pego na água quente das panelas, aquecida pela fogueira da lareira, à custa de materiais já deitados ao lixo e alguns paus. Numa pequena banheira tomo o meu banho. Para secar o cabelo, utilizo a toalha, deixando que ele seque enquanto me visto.

7.40
Vestir
No quarto, ligo a luz para ver melhor as roupas e ligo o rádio para ouvir as notícias e música.
No quarto, já com as janelas abertas e, no caso de haver pouca claridade, posso acender uma vela, visto-me, mas vou ouvindo o cantar das galinhas, os cumprimentos das pessoas que passam na rua e o som dos passarinhos e dos outros animais.

7.50
Preparar e tomar o pequeno-almoço
Aqueço o leite no fogão ou micro-ondas, torro o pão na torradeira eléctrica, coloco-lhe manteiga e está pronto a comer.
O leite é retirado directamente da vaquinha, da cabra ou da ovelha e tomo-o imediatamente acompanhado de um pão que restou do dia anterior ou de uns biscoitos secos. Não tendo animais, posso aquecer o leite na fogueira que ainda está acesa para aquecer a água.


8.00
Partir para a escola
Ir com o pai no carro, ou apanhar o autocarro.
Ir a pé, de bicicleta, a cavalo, de burro ou de pónei.


8.30
Início das aulas
A campainha soa e dirigimo-nos para as salas. Ligam-se as luzes para começar a aula.
Um empregado toca um sino puxado por uma corda, depois de verificar as horas no seu relógio de corda, ou através do recurso a um relógio de sol. Chegados à sala, abrem-se todas as janelas para iluminar o espaço.

10.00
Intervalo das aulas
Ouve-se a campainha e todos saímos. Nesse tempo de recreio, tomamos um galão quentinho e um croissant aquecido com queijo. Vamos brincar para o exterior.
Volta a tocar o sino, dirigimo-nos para o recreio, comemos a merenda que trouxemos de casa: uma peça de fruta e uma fatia de pão do dia anterior, barrada com manteiga. Vamos brincar ou praticar algum desporto.

10.15
Entrar de novo
A campainha toca e todos vão para as salas.
O sino volta a tocar e todos se dirigem às salas.

12.00
Saída das aulas
A campainha toca. Os alunos são transportados pelos carros ou autocarros.
O sino toca e todos se dirigem para a saída ou para a cantina da escola. Os que saem, pegam nas bicicletas, cavalo, burro, pónei ou vão a pé.

13.00
Almoço
A refeição foi preparada em casa, ou na cantina, com a ajuda do fogão eléctrico ou a gás.
A refeição foi confeccionada com o recurso a uma fogueira com materiais sem utilidade, paus, pinhas, giestas e lenha. O mesmo aconteceu com a refeição da cantina. Em casa, toda a comida que sobrou é guardada em panelas de barro, embrulhadas em jornal e envoltas em cobertores para conservar o calor até ao jantar. Como sobremesa, uma mousse de chocolate instantânea, feita só com água da fonte.

13.50
Tratamento da louça
Colocar a louça na máquina de lavar e ligá-la.
Deitar água na banca com bocadinhos de sabão e lavar a louça, deixando-a secar até à tarde.

14.15
Reinício das aulas
Os alunos voltam à escola de carro ou de autocarro. Ouvem a campainha e entram nas salas.
Os alunos que saíram da escola vêm a pé, de bicicleta, de cavalo, ouvem o sino e entram nas salas.

17.30
Final das aulas
A campainha toca e todos se dirigem para suas casas, de carro, de autocarro, de comboio.
O sino toca e todos saem. Vão a pé, de cavalo, de bicicleta, de pónei.

18.00
Chegada a casa
Lanche rápido, com leite quente e cereais e um sumo feito na trituradora.
Lanche com uma peça de fruta, duas fatias de pão do dia anterior com compota ou queijo caseiro feito a partir do leite do gado.

18.15
Estudo
Na salinha, fazem-se os deveres, já com a luz ligada. Estuda-se.
Na salinha, fazem-se os deveres junto à janela, para aproveitar os últimos raios solares. Quando o sol desaparece, acendem-se velas de cera para iluminar ou candeias com azeite com um pavio. Estuda-se e lê-se com essa iluminação.

19.45
Tempo de lazer
Ver televisão, ir ao ginásio, ler, jogar computador.
Ler, conversar, escrever uma página de diário, jogar ao “stop”, ao monopólio, xadrez, damas, ajudar a mãe na preparação do jantar, etc., sempre com a luz das velas ou das candeias de azeite.

20.00
Jantar
Preparar a refeição no fogão, no grelhador eléctrico, no micro-ondas.
Todos vão para a mesa, iluminada por velas ou candeias de azeite. A comida é retirada das panelas de barro, conservadas em cobertores, acompanhada de uma salada de alface ou de cenoura. Bebe-se água da fonte e, de sobremesa, uma peça de fruta.

21.00
Tratamento da louça
Lava-se à mão na banca com detergente e água quente do esquentador ou do cilindro a electricidade. Por vezes, utiliza-se a máquina de lavar a louça.
Lava-se a louça na banca com água fria e sabão de barra raspado em lascas para dissolver a gordura. Deixa-se a secar no lava-louça.


21.30
Antes de dormir
Joga-se computador, vê-se televisão ou lê-se o jornal.
Ouvem-se histórias, trocam-se impressões sobre o dia de trabalho ou lêem-se histórias.

22h
Ir dormir
Fazer a sua higiene na casa de banho, com água quentinha canalizada, ir para a cama e desligar as luzes.
Fazer a sua higiene com água tépida que estava em panelas desde o almoço, bem conservadas com cobertores, à luz das velas ou das candeias de azeite. Dirigir-se para o quarto, escrever um pouco no seu diário ou ler. Apagar as velas ou a candeia.

22.15
Tratamento da roupa suja
Colocá-la na máquina de lavar roupa.
Esperar que a electricidade chegue para a máquina ou deitar água numa bacia com bocados de sabão, colocar a roupa durante a noite para ser passada por água no dia seguinte.



Podem aceder ao seguinte blogue sobre alguns testemunhos que professores e alunos irão deixar e que começa a deixar-nos curiosos:


Os alunos do 5º 1 - E.B. 2/3 de Lamego

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Viva a alegria e os foliões!

CARNAVAL É ALEGRIA


O Carnaval é uma época de brincadeira, de folia, de alegria, de dança, convívio, divertimento e de esquecermos tristezas.
Os cortejos e bailes de máscaras são constituídos por palhaços, columbinas e arlequins. Por vezes, na terça-feira de Carnaval, utilizamos bisnagas, confetis, serpentinas e arranjamos outras brincadeiras que nos possam divertir.




Fazemos máscaras, brincadeiras,
partidas, desfiles,
e, por vezes
até as serpentinas
trazem folia,
mas escondem tristezas.

Ruben 7º - 1

VIVA A FOLIA, VIVA A ALEGRIA
No Carnaval, ninguém leva a mal todas as brincadeiras esquisitas que fazemos. Este dia é de esquecer tristezas. Estás feliz e divertes-te com os palhaços. É uma época de bailes de máscaras. Festeja-se com serpentinas e confeti. Na terça-feira de Carnaval, fazem-se os desfiles repletos de divertimento. É um bom dia para conviver com os amigos.
No Carnaval ninguém leva a mal!
Hoje é dia de Carnaval,
hoje é dia de festejar
e de brincar!

Hoje é dia de mascarar
e de dançar com as serpentinas,
com máscaras,
mas fazendo tudo devagar…

Hoje é dia de alegria e folia,
não podiam faltar os palhaços
com as suas brincadeiras
e, claro, com a sua magia. Esquecer a tristeza
e conviver com os amigos
é um prazer,
é saber viver e receber
aqueles que nos proporcionam a beleza. Sílvia – 7º 1

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Amor infinito

O amor nunca tem fim,


por isso é que Deus


inventou o dia de S. Valentim!




Quando eu o vi


o meu coração bateu:
tim, tim, tim... e eu,

com aquele amor, percebi

que era dia de S. Valentim.




Aquele rapaz olhou-me


e sentiu algo por mim.


Eu bem disse:


"o amor não tem fim"!




Juliana - 5º 1

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Curiosidade de Lebre

Era uma vez um crocodilo que vivia num lago muito esverdeado e mal tratado. Um dia, quando o crocodilo estava numa das margens do rio a tomar sol, apareceu uma lebre que lhe perguntou:
- Bom-dia! Como te chamas?
- Eu sou o Zecazonzo. E tu?
- Eu sou a Magie - respondeu a lebre. O que é que andas a fazer?
- Estou a tomar sol para que de noite possa permanecer no lago bem quentinho. E tu?
- Eu estava a meio de uma corrida contra uma tartaruga, mas tenho muito tempo para chegar à meta. Ela anda mais devagar do que a minha irmã que nasceu há sete meses. Tenho um bocadinho de tempo para conversar contigo - acrescentou a lebre.
Assim estiveram uns momentos a olhar o lago, até que a Magie perguntou:
- Ó Zecazonzo, o que é que os crocodilos comem?
- Nós comemos insectos, caranguejos, rãs, peixes e aves aquáticas...
- E como os caçam?
- Caçamo-los com os nossos dentes bem afiados - respondeu o crocodilo.
A lebre começou a sentir medo. Mas o Zecazonzo descansou-a:
- Não te preocupes porque não te vou fazer mal. Passámos a ser amigos!
- Pois é! Como somos diferentes! A Natureza fez-nos assim e assim continuaremos, mas respeitando-nos, não é verdade?
- É mesmo isso.
- Agora tenho de ir. A tartaruga deve estar a passar por aqui. Foi uma boa forma de te conhecer.

Ana Raquel 5º 1

O Mar, que medo!


Quando fui ao mar
Não passava da sua beira,
porque tinha medo de
me afogar!

Um dia
não resisti e fui nadar.
Quando regressei
desatei a chorar.

Cheguei a casa
todo a congelar.
Acendi uma vela e finalmente
o gelo começou a... descongelar!

Fui apanhar sol,
já estava muito calor.
Fui refrescar-me,
esqueci-me de tudo
quase me ia a afogar.

Mas quase, quase a afogar-me,
veio a minha mãe a tempo
de me dar uma bofetada e...
me acordar!

Rui Pedro 5º 1 "Conspiração da Escrita"

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Para mim,tudo é vida,amor,lutar e agradecer...




A vida é crescer, é aprender, é compreender!

A vida é alegria, é riso

são os amigos, é o Amor!

A vida é dar e receber conselhos e carinho.

Ela é, também, humildade, honestidade e VERDADE.

A vida é ganhar e perder amigos

Muitas vezes arrependimento, tomar decisões, resolver problemas...

A vida é feita de traições, de mentiras e desilusões,

mas é, ainda, sentir falta de alguém.

A vida é saber ouvir o outro

algumas vezes, chorar.


Amor é dar as mãos a outra pessoa

é sentir o que o Amor tem de verdadeiro!

É ser-se frontal com o outro

é acreditar que tudo pode dar certo,

é sentir-se amado.

Amar é sofrer, é, por vezes, uma desilusão!

Amar é lutar, é compreender, é chorar,é gritar em alguns momentos,

é ser cruel ao ver um amigo feliz dizer que tudo está mal!


Lutar é querer aproveitar o melhor da vida,

é querer ver um amigo feliz,

é olhar o futuro e dizer "eu consigo"!

Lutar é chegar onde queremos, é ser livre,

é ver a vida de outra maneira.

Lutar é querer ser feliz,

é dar um sentido à vida.

É não desistirmos, é sofrer, é ter força de vontade

Lutar é não sermos egoístas...


Agradece aquilo que te dão.

Agradece a educação, e pratica o perdão.

Agradece a quem te abre o caminho da verdade, os conselhos que te dão.

Agradece a frontalidade, o amor, a humildade

que os outros te ensinam,

por confiarem em ti,

por te saberem o praticante da justiça e da VERDADE!

Obrigada a todos os que me têm ensinado a estudar

a respeitar e a... partilhar!




Vera Lúcia Santos Guerreiro

nº 14 - 9º 1 EB 2/3 de Lamego

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

O saber é connosco!




Olá, caros amigos e amigas!


Estamos a iniciar um novo percurso na teia da Internet e das tecnologias da informação. É um desafio para mim, nada dada a estas coisas da informática. No entanto, como gosto de aprender, apesar de professora, resolvi encetar uma viagem que, espero, me vai enriquecer deveras. Para isso, conto com a ajuda de toda a comunidade educativa, pertencente ao Agrupamento ou não, desde que se mostrem fascinados por mostrar algo relacionado com assuntos e áreas do saber.


Só com muita dedicação e partilha se pode concretizar esta longa caminhada e levá-la até ao fim (ou seja, até ao fim do ano).


Não se esqueçam, como dizia Jorge Luí Borges, que "o grande luxo de uma sociedade são as relações humanas". é precisamente isto que desejo fomentar entre nós.


Mãos à obra!...


Até breve.





Isilda Lourenço Afonso