sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

“Learning with the arts”: aprender e descobrir através da arte e da língua inglesa




Os alunos de 2.º ciclo encetaram atividades nas aulas de inglês a propósito do Dia de S. Valentim. As pesquisas e os trabalhos que executaram revelam que aprender pode ser com qualquer disciplina, inclusivamente a arte. Ora vejamos …
Originalmente feitas por jovens durante as longas noites de inverno ou por homens jovens em longas viagens marítimas, foram esculpidas para expressar as intenções desse jovem em relação a uma menina especial. Uma menina podia receber lovespoons (colheres de amor) de vários pretendentes e estas seriam exibidas na parede da sua casa.
A tradição de esculpir lovespoons é pensada para ter sido derivada da confeção de colheres culinárias e a confeção de uma colher tornou-se simbólica com a expressão do desejo de "alimentar" ou apoiar o objeto do desejo do pretendente potencial. Foi um pequeno passo para decorar tal colher e para investi-lo com símbolos das esperanças e desejos do pretendente. Uma tal colher não teria então um uso prático e teria sido considerada como um presente ornamental, embora tivesse um significado.
A primeira colher do amor data de 1667 e está no Museu Nacional de Gales em St. Fagans, perto de Cardiff, mas os meninos de Gales sabem ter sido feita pelos homens do País de Gales antes desta data.
A prática de fazer e dar amuletos por futuros pretendentes era comum no País de Gales ao longo dos séculos XVII, XVIII e XIX, mas o costume tornou-se menos popular no final do século XIX e no início do século XX.
Houve um avivamento do costume nos últimos 40 ou mais anos e muitas pessoas hoje fazem colheres de amor com intenção comercial para que os clientes utilizem para comemorar eventos especiais nas suas vidas ou nas vidas de seus entes queridos.
Hoje as Welsh lovespoons podem ser oferecidas para declarar a intenção de um pretendente, para comemorar o dia do casamento, o nascimento de uma criança, um aniversário de casamento, um aniversário, um batismo, o Dia dos Namorados ou o equivalente galês Dydd Santes Dwynwen, uma formatura…
Os escultores de madeira usaram tradicionalmente uma variedade de vigas para o seu trabalho; a madeira escolhida é mais adequada. Lovespoons foram feitos de madeiras mais facilmente disponíveis e daquelas que são facilmente trabalhadas; madeiras como sicómoro e limão.

Alunos do 2.º ciclo
Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Pescara – Italy: Our Erasmus+ “Multilingualism for a Sustainable Society”



Na UE a diversidade linguística é uma realidade que influencia o ensino e a aprendizagem das línguas nos vários países. Possuir competências linguísticas contribui para a mobilidade, a empregabilidade e o desenvolvimento pessoal dos cidadãos europeus, sobretudo dos jovens, reforçando o diálogo intercultural.
O Conselho da Europa realça que um bom domínio de línguas estrangeiras é competência essencial importante para singrar no mundo moderno e no mercado de trabalho, facto que conduziu à criação do Programa Erasmus+ no qual se incluía o objetivo de melhorar o ensino e a aprendizagem de línguas. São as línguas que fazem a ponte entre as pessoas e o mundo cada vez mais global, cada vez mais digital e em constante transformação.
Com todos estes pressupostos, o nosso projeto Erasmus+, “Multlinguismo para uma sociedade Sustentável” teve o seu primeiro encontro LTT (Learning, Language and Training) em Pescara (Itália), entre 15 e 19 de janeiro de 2018, com a participação de professores e alunos de quatro países – Itália, Portugal, Suécia e Alemanha. Ao longo de cinco dias, a partilha, a interação, o convívio, a aprendizagem cooperativa e a diversidade cultural entrecruzaram-se através de vários idiomas.
Os alunos participantes ficaram alojados em casas de famílias de alunos italianos do projeto, uma situação que enriqueceu e reforçou os laços interculturais e linguísticos dos estudantes. Todos os alunos participaram em aulas de Francês, Espanhol e Alemão, assistiram a aulas de várias áreas disciplinares, fizeram apresentações sobre os seus países e sobre dois dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, preconizados pela ONU até 2030: a igualdade de género e a redução das desigualdades. Os professores e alunos dos quatro países envolvidos tiveram ainda momentos de aprendizagem e de formação com conferências proporcionadas por professores universitários e workshops sobre as didáticas das línguas e o papel do multilinguismo numa sociedade cada vez mais diversa. A escola tem uma função importante no empowerment de competências globais que só o conhecimento das línguas permitirá alcançar, numa perspetiva comunicativa e multidimensional.
Multilingual children enter a decisive level of development when they begin school: “To be fluent in two or more languages is an individual and social resource in contemporary Europe”, says the expert on bilingualism Leist-Villis. “The more languages a child speaks, the more means of access to different countries are open to him.”
Let’s see what we learn with those who have experience with multilingualism, we mean, what they say: “To have a command of many languages is a valuable ability in a Europe that is growing together. Multilingual education in early childhood gives parents the opportunity to have this ability imparted to their children effectively in a short space of time.” (The Brain has room for many languages), in http://www.goethe.de/lhr/prj/mac/msp/en1396470.htm

Isilda Afonso
Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego


sábado, 30 de dezembro de 2017

Multilingualism for a Sustainable Society - Erasmus+, K2





O nosso Agrupamento iniciou um projeto Erasmus+, K2, que articula a importância da aprendizagem das línguas, para lá do Inglês, com os Objetivos da ONU até 2030 (Objetivos para um Desenvolvimento Sustentável). O primeiro encontro dos professores responsáveis pelo projeto de cada país (Portugal, Suécia, Itália e Alemanha) realizou-se em Lund, na Suécia, contando com um outro elemento essencial neste projeto: a Universidade de Lund. Ao longo de quatro dias os trabalhos de preparação, organização, seleção de conteúdos e de atividades assim como o tipo de avaliação e de regulação dos trabalhos desenrolaram-se em clima de cordialidade, colegialidade, interação, convivialidade e muita aprendizagem.
É importante conhecer tanto digitalmente como na vida real para ensinar e cooperar com professores e estudantes de diferentes países em testes e desenvolvimento de métodos de ensino / aprendizagem. Os nossos alunos e professores estão já a desenvolver atividades e situações de aprendizagem com o objetivo de cada vez mais se trabalhar digitalmente e na vida real juntamente com alunos e professores fora da sua escola, noutro país e em outras línguas. O espaço eTwinning, a ferramenta Skype, o whatsapp, o blogue, o mail e a videoconferência têm-se revelado meios de comunicação e de interação que têm proporcionado uma aproximação e conhecimento transversal e multidisciplinar. 


 Temos sido uma equipa dinâmica trabalhando em conjunto dentro do ensino de línguas e investigação sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável preconizados pela ONU, obrigando a conhecer problemáticas mundiais, fazendo-nos refletir e desenvolver vocabulário das línguas envolvidas: Francês, Espanhol e Alemão. 

 A primeira temática a preparar prende-se com a Igualdade de Género e a Redução das Desigualdades (objetivos 5 e 10 dos ODS). Para melhor nos prepararmos, recorremos à Internet, a instituições nacionais e estrangeiras relacionadas com todos estes objetivos e programámos uma visita de estudo a uma das sedes europeias da ONU: Viena de Áustria. Aí iremos visitar e ter uma conferência que nos irá ser proporcionada sobre estes objetivos tão pertinentes e que a todos nós dizem respeito. Estamos mesmo curiosos.
Conectar as universidades dos quatro países e a formação de professores com as escolas do final do ensino Básico e dos três anos do ensino Secundário no mesmo projeto, tem vindo a permitir métodos de ensino/aprendizagem inovadores e assim ajudar as nossas escolas a encetar ao longo dos próximos três anos novas perspetivas de ensino/aprendizagem. Acreditamos que este projeto criará novas redes, novos projetos, colaborações e pesquisa futura e nos tornará mais interventivos.
Uma das nossas tarefas, associada à temática do projeto, foi a elaboração de um logo. Assim o fizemos e um deles foi selecionado para representar o nosso Agrupamento e ser apresentado junto dos outros, elaborados por cada um dos outros países. Foi interessante ver no Twinspace como a diversidade de abordagens nos fez pensar e refletir e como é importante a interação e o espírito colaborativo. Tem sido enriquecedor o diálogo e a entreajuda. Aguardam-nos muitos desafios. 






 
Professores e alunos do Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego
dezembro/2017 

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Retrato de Mariana




      Pelo alto vale vislumbra-se uma bela rapariga, magra e alta cujo nome é Mariana e aparenta ter 23 anos.
Uma rapariga de cabelos loiros e compridos que estende os seus magros braços em direção à liberdade. Está vestida com uma fina camisola amarela e uma saia azul acima dos joelhos. Com os seus pés descalços em cima da relva, virada para o céu, segura na sua mão direita um guarda-chuva azul e amarelo que combina com a sua roupa. O seu rosto achatado tem uns pequenos olhos azuis e uma fina boca sorridente que lhe dão um ar de meiguice.
            Parece ter uma alma bondosa e acolhedora, capaz de abdicar de tudo e lutar pela sua liberdade. Os seus braços estendidos demonstram o carinho que tem pelo mundo.
            No campo de ervas e arbustos saltita uma jovem menina, bela e radiante, amante da Natureza que desfruta do seu espaço e do melhor que o ser humano tem: a liberdade.



Joana Gonçalves 7º B, nº 12
Duarte Gonçalves 7º B, nº 5