segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Retrato de Mariana




      Pelo alto vale vislumbra-se uma bela rapariga, magra e alta cujo nome é Mariana e aparenta ter 23 anos.
Uma rapariga de cabelos loiros e compridos que estende os seus magros braços em direção à liberdade. Está vestida com uma fina camisola amarela e uma saia azul acima dos joelhos. Com os seus pés descalços em cima da relva, virada para o céu, segura na sua mão direita um guarda-chuva azul e amarelo que combina com a sua roupa. O seu rosto achatado tem uns pequenos olhos azuis e uma fina boca sorridente que lhe dão um ar de meiguice.
            Parece ter uma alma bondosa e acolhedora, capaz de abdicar de tudo e lutar pela sua liberdade. Os seus braços estendidos demonstram o carinho que tem pelo mundo.
            No campo de ervas e arbustos saltita uma jovem menina, bela e radiante, amante da Natureza que desfruta do seu espaço e do melhor que o ser humano tem: a liberdade.



Joana Gonçalves 7º B, nº 12
Duarte Gonçalves 7º B, nº 5

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Os jardins e os parques, desfrutemos deles!



São muitos os jardins, os parques públicos ou mesmo os naturais que não faltam por aí para visitar. Nos dias de hoje estes locais são pouco visitados e apreciados pelos jovens, uma vez que existem muitas outras distrações para se entreterem como, por exemplo, a Internet. Na minha opinião, é-lhes mais prejudicial do que brincar, divertir e estar com a família. Estes locais podem ser também para crianças, adultos e até mesmo idosos, mas os jovens parecem fugir deles.
Os jardins e os parques, quer sejam públicos ou naturais, são para toda a gente visitar. Não há nada melhor do que ver as crianças a correr, ver os pássaros no bebedouro e a apanhar as migalhas que encontram no chão, as flores e a relva a crescer, as árvores a produzirem, e tudo o resto que há para ver e apreciar.
Como já foi dito, os jovens, se estiverem interessados em frequentar estes belíssimos espaços para estarem com a família ou com os amigos, é claro que devem fazê-lo. Na zona onde vivo há jardins e parques públicos como o jardim em frente à Câmara de Lamego (o Jardim da República), mesmo ao lado da Alameda, e não podemos esquecer o parque de Nossa Senhora dos Remédios. Acho que deviam existir mais, para as pessoas usufruírem da Natureza, visto que o ar puro faz bem a toda a gente e a vida ao ar livre é algo que nos faz falta.
Muitas vezes eu e os meus pais vamos dar uma volta por alguns desses parques. Devemos preservar a Natureza e também observá-la e explorá-la.
Há um conselho que não posso deixar de aqui deixar: deem um passeio pelo parque ou jardim que tiverem mais perto de casa, e mesmo os que ficam longe desta, também valerá a pena visitar. A Natureza é o coração do nosso planeta, por isso devemos cuidar dela e preservá-la! 

Ana Caetano - 7.º A
Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego

                                                             

segunda-feira, 12 de junho de 2017

A pulga saltitona já tem amigos





Olá!
Tudo começa quando a nossa professora de apoio nos propõe criar uma história a partir do primeiro parágrafo de um conto já existente. A Margarida, que tinha consigo o livro “O mistério da lagarta” de José Francisco Rita, leu o primeiro parágrafo do segundo conto “A pulga saltitona já tem amigos”, do qual ela gosta muito. A partir daí começou a nossa aventura que teve uma breve paragem ao chegarmos ao final da nossa história. Agora que a “pulguinha da escrita” nos contagiou vamos continuar a imaginar, inventar e criar.
Divirtam-se tanto como nós e até à próxima.



“Era uma vez uma pulga saltitona que saltitava, saltitava, sem parar. Durante toda a sua vida, não parou de dar pulinhos. Sem se cansar, dava saltos e saltinhos, pequenos e grandes, para cima e para baixo. Enfim, levava uma vida ocupadíssima com esta forma de viver de vaivém, a saltar, a saltitar sem nunca admirar o que de bom e belo havia à sua volta.”
Numa linda tarde de sol, quente e alegre, a pulga saltitona foi passear até Risópolis, uma cidade grande e muito agitada.
De tarde, ao passear por um jardim muito sossegado a pulga observou margaridas, papoilas e uma rosa gigante e encontrou um parque infantil vazio. Então, aproveitou para se divertir saltando e saltitando pelos escorregas, baloiços e balancés, quando viu um menino muito triste, sozinho e abandonado. Ela reparou que ele usava roupas rotas, velhas e sujas. Ficou desanimada e com pena de não o poder ajudar.
Nesse mesmo instante, a pulga decidiu ir ter com o menino.
 - Olá, como te chamas? – perguntou a pulga curiosa.
- Eu chamo-me Guilherme e tu? – perguntou ele tristemente.
- Eu sou a Saltitona. – disse a pulga. E continuou – Sentes-te bem?
- Não.
- Porquê?
- Tenho saudades dos meus pais.
- O que aconteceu?
- Eu não sou daqui. Sou da Nightlândia, mas vim com os meus pais visitar a minha prima Vera. Quando andávamos a conhecer a cidade eu perdi-me dos meus pais e vim ter aqui a este jardim e não sei como regressar.
- Como te posso ajudar?
- Não sei.
A nossa amiga Saltitona pensou, pensou, pensou… e teve uma grande ideia.
- O que achas de fazermos uma atuação juntos para ganharmos algum dinheiro e poderes comprar comida e roupas novas?
- Acho uma ótima ideia. Mas, o que vamos fazer?
- E se fizéssemos um espetáculo de magia em que tu és o mágico e eu sou a tua ajudante.
Imediatamente começaram os ensaios, que, embora cansativos, eram divertidos.
Ao fim de alguns dias, fizeram a primeira apresentação.
Todas as pessoas que passavam paravam para assistir. Batiam imensas palmas e deixavam sempre uma ou mais moedinhas no chapéu que eles colocaram no chão. Até a televisão apareceu para filmar o “Grande espetáculo”.
Mas o melhor de tudo, sabem o que foi?
Os pais do Guilherme estavam a ver televisão quando passou a notícia e correram logo para lá. O Guilherme ficou tão feliz que até começou a chorar. Apresentou a sua amiga Saltitona e contou toda a história. O Guilherme e os pais convidaram a pulguinha para ficar com eles, mas ela recusou, pois quis continuar a viajar e a ajudar outros meninos e meninas que, como o Guilherme, precisassem de ajuda.
E, assim, a Saltitona foi fazendo imensos amigos.
Vitória, vitória…
… agora contas tu a próxima história.

Sebastião Lacerda - 5ºE    
Gabriel Santos, Gonçalo Pacharo, Joana Moreira, João Pedro Santos e Margarida Simões - 5º C Apoio de Português com a professora Ana Paula Silva