quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Eu leio e gosto



No passado dia 20 de novembro, realizou-se, na biblioteca da Escola Secundária de Latino Coelho, uma atividade de incentivo à leitura, destinada à turma F do 8.º ano.
A convite das professoras Ana Teresa Martins e Margarida Dias, os alunos Ana Carolina Martinho, Ana Rita Pereira, Ana Rita Tavares, Daniel Maravilha, Jorge Costa e Miguel Lacerda (12.º A e 12.º C) falaram da sua relação com a leitura, das obras que mais lhes agradam e do papel insubstituível que os livros têm na vida das pessoas.
No final das comunicações, a professora Paula Oliveira referiu a importância da biblioteca como centro de recursos e alertou para a necessidade da frequência regular desse espaço.
Em seguida, os alunos, orientados pelas professoras presentes, “mergulharam” nas estantes da biblioteca e alguns requisitaram livros para leitura domiciliária.
O entusiasmo e o empenho dos oradores, o interesse dos textos por eles produzidos, o modo como conseguiram cativar os ouvintes e as requisições feitas por estes são pontos fortes desta iniciativa.

Dra. Margarida Dias e alunos do 8º F, 12º A e 12ºC
Escola Secundária/3 de Latino Coelho

sábado, 22 de novembro de 2014

Valorizar e reconhecer o mérito




Foram momentos de autêntico turbilhão de sentimentos no Teatro Ribeiro Conceição! Sensação de vitória, ansiedade, conquista, reconhecimento público, felicidade… entre outros sentimentos que todos constatámos nos nossos alunos e pais. Foi, isso sim, o culminar de um caminho concretizado com sucesso e muito empenho e dedicação. Receber o prémio de mérito é fazer lembrar aos nossos alunos e comunidade que são todos agentes na construção e desenvolvimento de uma sociedade melhor e com mais capacidade para empreender e para transformar.
Foi com orgulho que esta noite de 21 de novembro de 2014 vai ficar gravada na mente de alunos, pais, professores e comunidade que se associou à comemoração de uma instituição que já conta com 134 anos de labor e serviço público reconhecido, a Escola Secundária de Latino Coelho (ou Liceu Nacional de Lamego como muitos a conhecem).
Na verdade, este reconhecimento não visou somente premiar os bons resultados, mas, acima de tudo, teve como principal objetivo estimular o gosto por aprender e a vontade de todos nos autossuperarmos na busca da excelência, no domínio cognitivo, cultural, pessoal e social. Desejamos que os nossos alunos se afirmem não só pelo conhecimento, mas também, pela exemplaridade das suas atitudes, pois não há desenvolvimento académico se não houver desenvolvimento pessoal.
Os professores e comunidade educativa, em que a Associação de Pais e Encarregados de Educação do AELC é um parceiro sempre atento e coadjuvante no processo de ensino e de aprendizagem, envolvem-se na valorização do saber dos seus alunos/educandos sempre com o grande objetivo: formar para melhor compreender e intervir no mundo.
Valoriza-se o aluno, acompanhando o seu desenvolvimento, as suas dificuldades e resistências para que alcance a maturidade pessoal através da qualidade das suas intervenções e ações, um cidadão atento e apto a enfrentar o futuro.

Parabéns aos premiados! 

Isilda Lourenço Afonso
Agrupamento de escolas Latino Coelho, Lamego

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

A magia é um tesouro



Magia é algo simples
Mas não tem igual.
É um sonho fantástico
Com gigantes ou com o Pai Natal.

Fadas, ogres, bruxas,
Unicórnios e dragões.
Tantas coisas mágicas, meu Deus!
Mas tenho outras sugestões.

Elefantes a voar, peixes a andar,
Anões gigantes e gigantes anões.
Um tesouro e piratas
Uma selva cheia de leões.

“Magicar” por aqui e por ali,
Sem parar, sem parar.
A magia nunca acabará
Há de sempre continuar.

Quando vires alguém
A cantar ou a dançar,
Está a fazer magia
Tens de a acompanhar.

Mas a magia mais poderosa
É o sorriso de alguém.
Alegra-te, sorri.
Não sejas um Zé-Ninguém.


João Nuno Santos - 6º B
Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego

Sou um inventor!




Sou inventor
Invento o que quiser.
Uma ventoinha que dá calor
E uma faca que é colher.

Invento, nunca paro.
Dou largas à imaginação.
Um dia passearei nela
Com um “jetpack” ou um foguetão.

Não desisto à primeira
E à segunda continuo a tentar.
A terceira é de vez
A máquina está pronta a testar.

Não é preciso ser um génio
Para se ser inventor.
Só uma dose de confiança,
Imaginação e amor.

Se queres fazer isto tudo
Vem comigo, vamos viajar.
Fecha os olhos, imagina,
Só tens de pensar.

Agora vou inventar uma maquineta
Para me despedir.
Oh não, está defeituosa,
Foge, vai explodir.

Pum, caboon
Lá tenho de recomeçar.
A parte má de ser inventor
É ter tempo para descansar.

João Nuno Santos - 6º B
Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Histórias de gatos e talvez de ventoinhas



Um gato chamado Galo
Um galo chamado Gato.
Vou contar-vos as suas histórias
De uma tal algazarra
Que só se via na feira de fim de semana
E nos saldos duma loja de Viana.
 
Era um dia de muito sol
Mas que sol, meu Deus!
Que os rios já secavam
E as maquinetas não funcionavam.

O Galo (o gato) e o Gato (o galo)
Viviam numa quinta.
 Não se conheciam nem um bocadinho.
Mas quando se encontraram
Isso não foi bonitinho.
Uma guerra marada
A que ninguém agrada.

Tanto andaram à batatada
Que nem viram a estrada.
Não se sabe como foram parar a uma carrinha
De um loja … uma loja de ventoinhas
Que dizia: “Compra as ventoinhas, mas só as minhas”.

E lá foram parar àquele reino do vento,
Mais parecia um palácio
Com grandes mobílias e tudo
O que um homem pode ter.

Infinitas ventoinhas
De tecnologia avançada.
À velha e estragada
Que deixa qualquer pessoa pasmada
Por tamanha “ventoinhada”.

Mas não se trata só de pessoas.
São também os animais
Que se espantam depois de ver
Tamanha ventoinha
Usada para refrescar
Que não se queira assar.

Havia a ventoinha rainha
Que arrasava tudo e nada
E mais uma pitada de carros
Talvez de aviões
Iguais a furacões.

Lá dizia: “Só quem tem força para aguentar
Pode comprar”.
Todos obedeciam
Pois queriam voar
Pelo aaaaaaaaarrrrr….

Mas o Galo (o gato),
Não se sabe como,
Conseguiu ligá-la
E viu que não o devia ter feito,
Pois explodiu.
O Gato (o galo) e o Galo (o gato)
Voaram por aí
Até regressaram à quinta e assim foi o fim.

Adeus, bye-bye,
A história acabou.
Já se podem ir embora
Pois que vos tenha dado uma lição:
Nunca mexam num “ventoinhão”.


João Nuno santos - 6º B
Agrupamento de Escolas Latino Coelho, Lamego