sábado, 8 de dezembro de 2012

Uma escola europeia em Liverpool (Projeto Comenius)

Foram dias de muito trabalho na preparação da candidatura a um projeto Comenius, na Corinthian CP School, em Liverpool. Fomos recebidas pelo senhor Diretor, professores e alunos de uma forma amiga, cordial, entusiasta e cheia de surpresas. Os nossos parceiros de França, Espanha, Grécia e Itália (só faltou a Turquia) foram fantásticos e colaborantes nas tarefas que nos aguardavam. Aprendemos e trocamos experiências, mas o contacto humano e os sorrisos dos alunos (entre os 3 e os 12 anos)foram imprescindíveis para compreendermos que em educação várias componentes têm de se cruzar para o sucesso. ........... Isilda Afonso e Lurdes Cardoso

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A minha pequena, mas encantadora comunidade – Samodães

O texto que aqui se insere faz parte de um projeto europeu de etwinning.


A localidade onde vivo chama-se Samodães, pertence ao concelho de Lamego e localiza-se a sete quilómetros da cidade. É uma freguesia típica do Douro Vinhateiro em que predominam as vinhas e ao fundo o melancólico rio Douro.
A arquitetura das casas é, na sua maioria, rural, de cor branca no exterior e telhados de telha tradicional. Muitas das casas encontram-se abandonadas e algumas em mau estado de conservação. As pessoas não têm posses suficientes para as poderem reparar ou melhorar.
Algumas das casas mais antigas têm lugares em pedra no rés do chão que utilizavam para o fabrico do vinho.
Samodães tem cerca de quatrocentos habitantes, sendo a maioria constituída por idosos, embora haja algumas crianças e jovens em idade escolar (como eu e o meu irmão).
Os seus habitantes trabalham na agricultura, em pequenos terrenos dos próprios, cultivando a vinha, legumes, oliveiras e árvores de fruto.
As principais atividades económicas são a agricultura, um pequeno comércio e dois cafés, que são locais de convívio das pessoas da terra.
Há habitantes que exercem outras profissões fora da freguesia como: jardinagem, motorista, ensino, etc.
O património mais importante é a igreja matriz, a casa brasonada, que pertenceu aos condes de Samodães, duas capelas e algumas quintas com tradições na produção de vinho do Porto, nomeadamente aquela onde vivo eu, os meus pais e os meus irmãos.

Nota informativa:

- Conde de Samodães

O 1º conde de Samodães foi um importante militar no século XIX.
O 2º Conde de Samodães foi um ilustre político e autor de diversos livros de caráter científico e filosófico. Também foi deputado, ministro das Finanças, presidente da Câmara do Porto e fundador de uma instituição de solidariedade do Porto com a designação de S. Vicente de Paulo.


Mariana – 6º 4

Um bocadinho da nossa história de vida


Nascemos no dia 18 de janeiro de 2001, em Vila Real. Como nascemos um mês antes do previsto, ou seja, antes dos nove meses de gestação, tivemos de ir para a incubadora até ficarmos mais gordinhas. Quando, finalmente, fomos para casa, a nossa irmã mais velha, e todos os nossos familiares, ficaram radiantes.
Aos três anos fomos para o infantário, onde conhecemos os nossos primeiros amigos. Alguns deles acompanharam-nos quando crescemos mais um bocadinho e fomos para o 1º ciclo.
Mais tarde mudámos novamente de escola e passámos ao 2º ciclo, que frequentamos ainda. Aqui existem muitas salas, campos de jogos, refeitório, salas de convívio, bar e um pátio e uma biblioteca. É assim, mais ou menos, a Escola Básica 2, 3 de Lamego.
Pertencemos aos escoteiros e, por isso, fazemos acampamentos. Nas férias de Carnaval fomos acampar durante quatro dias em Santa Margarida, junto a Constância, onde participaram escoteiros de todos os países. Gostámos das atividades, mas sentimos muitas saudades, principalmente à noite.
Ora, no último dia do acampamento aconteceu um acidente com uma de nós. A Maria Manuel estava dentro da tenda a acabar de se vestir, quando lhe caiu em cima a armação da tenda ao lado que estava a ser desmontada. Teve de ir para o hospital e levou cinco pontos na cabeça. Foi mesmo a única coisa menos boa que aconteceu no acampamento.
Divertimo-nos muito porque andámos quase sempre juntas. Nós nem conseguimos conceber a nossa vida uma sem a outra…


Maria João e Maria Manuel - as irmãs gémeas do 6º 4

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Autobiografia: uma página


Hoje foi o primeiro dia de aulas. Acordei muito ansioso mas também com sono pois não estava habituado a levantar-me cedo para ir para a escola. Arrumei a mochila à pressa e lá fui…
Quando cheguei, ninguém falava comigo, mas ao fim de uns minutos já estavam todos em cima de mim a fazerem-me muitas perguntas. Eram tantas que até fiquei confuso! Por sorte a confusão foi interrompida pelo barulho estridente e “mandão” da campainha.
Durante a primeira hora estivemos com a nossa diretora de turma a apresentarmo-nos de modo a conhecermo-nos uns aos outros (cada um dizia o seu nome, idade e morada). De seguida, fomos jogar futebol e vólei, o que foi muito divertido. Até a professora jogou (mas olhem que não era lá grande jogadora).
Ao chegar a hora do intervalo foi uma confusão, mas eu estava com o David e com o Américo e, mesmo assim, foi por um triz que não me perdi lá no meio.
Depois, fomos almoçar, deliciando-nos com uma saborosa lasanha e finalizamos o repasto com uma doce aletria.
A tarde foi passada a fazer jogos tradicionais muito divertidos, como o jogo do lencinho, fizemos uma corrida de sacos…
 Todos (penso eu) chegaram a casa muito cansados. E logo a seguir ao jantar fui dormir com a cabeça repleta de sonhos e emoções.
 
Jorge Fonseca – 6º 4


 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Investigar é preciso!

Um casal de investigadores universitários decidiu emigrar para a Finlândia, lugar onde tiveram duas filhas. Quiseram emigrar para a Finlândia à procura de melhores condições para a investigação da cura para doenças infeto-contagiosas. Este era, e continua a ser, um país onde a prática investigativa, de nível superior, tem produzido bons resultados.
Quando contaram às filhas aquilo que tinham projetado para os próximos anos, a Sofia aceitou imediatamente esta mudança de Portugal para aquele país frio e longínquo do norte da Europa. Ela já tinha ouvido e visto alguns documentários na TV sobre o assunto, tendo a possibilidade de constatar que no mundo existem ainda muitas doenças desta área que necessitam de tratamento adequado e que não existe.
Ao contrário da Sofia, a Catarina recusou a ideia de sair do seu país. Adorava a sua casa, a sua escola, os seus amigos, os seus professores… Enfim, adorava a sua vida própria (era uma menina muito independente).
Os pais e a irmã bem insistiram, mas nada resultou. Acabaram por ir sem a Catarina que ficou em casa dos tios, onde vivia uma andorinha de quem ela gostava muito (ou seja, nidificava nos beirais da casa dos tios).
Passado um tempo, foi proposto à turma da Catarina uma visita de estudo à Finlândia, onde iriam permanecer quinze dias. Iriam assistir às aulas da Faculdade de Ciências, ocasião única para participarem em experiências inesquecíveis.
Chegaram os primeiros dias de férias de verão e… aí vão eles. A viagem de avião foi outra aventura e a paisagem que se avistava de muitos países europeus foi um espanto!
Quando chegaram à faculdade, foram apresentados a todos os professores e a Catarina pôde matar as saudades da família (aliás, foi por intermédio deles que tinham conseguido aquele convite).
Ora, no final do primeiro dia, quando a Catarina foi para casa dos pais e da irmã, encontrou a sua querida andorinha, a tal da casa dos seus tios em Portugal! Não era possível! Quilómetros e quilómetros de distância e ali estava ela? As saudades eram muitas e a amizade era muito mais forte. Que belo gesto!

Ana Beatriz, Ana Filipa e Maria Manuel – 6º 4

Uma solução desejada...


Os pais do Pedro tinham recebido uma má notícia: acabavam de ser despedidos da fábrica de têxteis, porque o seu patrão deixara de ter encomendas suficientes para manter a empresa a funcionar. Um destino que o Pedro já tinha visto na televisão e nos jornais. Todos os dias era o mesmo. Os seus pais não escaparam a este problema que não só afetava o nosso país, assim como outros da Europa. Havia que reagir a este problema. De braços cruzados é que não se podia ficar.
Depois dos primeiros dias de tanta tristeza e de dor, os pais do Pedro tiveram uma ideia: um irmão paterno, casado e com filhos, vivia na Escócia, para onde emigrara já há alguns, solteiro com alguns conhecimentos de agricultura. Vivia muito bem e com uma família maravilhosa. Telefonaram-lhes para que eles os pudessem ajudar e, quem sabe, se lhes podiam até arranjar trabalho e, caso isso acontecesse, uma casinha para poderem começar a sua vida.
Alguns dias depois receberam a tão ansiada resposta. Eram boas notícias. Tinham-lhes arranjado um trabalho para ambos, num café restaurante, mesmo no centro da cidade de Edimburgo. Havia, agora, que falar com o Pedro para que ele soubesse os planos dos pais e como iria ser a vida dele.
A primeira reação do Pedro foi a recusa de abandonar o seu país, pois não queria sequer pensar em perder os seus amigos e, principalmente, estar longe da sua avozinha Lena. Mas foi com ela que ele decidiu falar e pedir conselhos, ou antes, escutar a sua opinião.
A avó Lena conversou muito com o neto, fez-lhe ver que era com os pais que ele deveria viver, para seu bem e para alegria deles. Os próprios iriam fazer um grande sacrifício, irem viver para bem longe, sacrifício necessário para proporcionar um futuro melhor ao Pedro. Ele, portanto, não deveria recusar a ida para a Escócia. E também ele iria ter a oportunidade de conhecer outro país, outras crianças, aperfeiçoar o inglês, conhecer os usos e costumes de outro povo, etc.
Depois de muito refletir e ver as vantagens e desvantagens foi então falar com os pais sobre o assunto.
- Pai, mãe, tomei uma decisão. Aceito ir convosco e já estou ansioso pelo dia da viagem. Vamos depressa e deem a notícia aos tios e primos.
- Que grande alegria, Pedro! Ainda bem que tu assim decidiste. Se não fosses connosco, iríamos ficar muito tristes.
Partiram uma semana depois, de avião. Quando chegaram ao seu destino, deram conta que seria uma vida bem diferente em tudo. Desfizeram as malas, arrumaram tudo e, como os pais só começariam a trabalhar dali a dois dias, foram com os tios conhecer a zona que circundava aquela cidade. Visitaram os castelos antigos dos vikings, palácios e mesmo as pradarias verdejantes e extensas, onde se vislumbravam as ovelhinhas como novelos de lã lá bem no meio das extensões de campos de pastagem. No entanto, as saudades dos amigos e da avó Lena continuavam… Valeu-lhe o skype e o facebook para contactar com todos eles.
Um mês depois, ele e os pais estavam já adaptados a toda a vida de Edimburgo. Os pais estavam a recuperar financeiramente, ele frequentava uma escola em que tinha de se vestir com uniforme e com um cumprimento de regras rigoroso, mas onde aprendia matérias bem diferentes das lecionadas nas nossas escolas. Tudo isto foi contado aos colegas e avó.
No Natal vieram a Portugal e o Pedro convidou os amigos a visitar a Escócia durante as férias de verão, hospedados na sua casa. Foi uma alegria, foi um entusiasmo!

 
Tiago, Alexandra e Ana Luísa – 6º 5

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Água, a quanto obrigas!


Um dia, a família Lopez, que vivia na Bolívia, tinha o seu filho mais novo, o Juanito, doente. Os curandeiros da aldeia diziam que o seu estado era complicado, pois bebera água de um poço que deveria estar contaminada pelos dejetos das casas e esgotos e a febre tifóide fora contraída. Ali não havia possibilidades de o tratar. Era urgente que lhe fosse administrado um tratamento adequado ao tipo de bactéria que tinha causado a doença que poderia levar à morte.
Os pais, o Juanito e o irmão tinham de emigrar! Havia que escolher um país próximo que lhes oferecesse condições de assistência à doença, principalmente para curar o seu Juanito. Foram pedir ajuda aos seus tios, uma vez que era necessário transporte e algum dinheiro. Eles estavam sempre prontos a ajudar.
Logo nessa manhã, a família Lopez foi visitar os tios, bateram à porta e o tio Geronimo veio abrir.
- Olá, o que vos traz por cá? – perguntou o tio.
- O Juanito está muito doente por causa da água poluída da nossa aldeia e pedíamos a vossa ajuda monetária para podermos emigrar.
- E para onde querem emigrar? – quis saber a tia Martina.
- Para a Argentina. É o país mais próximo e que nos oferece mais condições de saúde para o tratamento do Juanito – declarou o senhor Lopez.
- Para a Argentina? – exclamou a tia muito indignada. – Mas para isso é necessário muito dinheiro! Não vos podemos emprestar, pois também nós estamos com dificuldades.
- Que mentira! Como podem estar em dificuldades com tanto luxo que exibem! – ripostou a mãe de Juanito.
Sem mais argumentos, foram-se embora, mas muito desiludidos. Então o Miguel, o irmão mais velho, teve uma ideia: pedir aos pais do seu melhor amigo, o Antonio, uma carroça que tinham, puxada por um cavalo e… algum dinheiro que eles pagariam mais tarde. E tudo se arranjou.
A família partiu em direção à fronteira da Argentina. Foram ainda dois dias de viagem, com o Juanito a queimar em febre, mas a quem a mãe dava um medicamento de ervas que durante algumas horas fazia efeito, mas nada resolvia. Foi mesmo para fazer tempo de chegarem à fronteira e poder ser assistido pelos enfermeiros e médicos de um pequeno centro de saúde que aí existia.
Conseguiram chegar a tempo de tratarem o Juanito, pois aquela maldita bactéria tinha de morrer com medicação própria para o efeito. Os pais e o irmão estavam exaustos, mas, finalmente, o Juanito estava entregue aos cuidados de quem sabia tratá-lo.
Recuperou, apesar do internamento de vários dias, que serviram para os pais e o irmão trabalharem numa quinta onde eram necessários para tratar do gado e da recolha de leite para uma fábrica. Foi assim que arranjaram o dinheiro para pagar aos pais do amigo do filho mais velho. Eram pessoas que, apesar de pobres, eram honrados e não gostavam de ficar a dever nada a ninguém, muito menos àqueles que os tinham ajudado numa situação de extrema doença. Só regressaram à sua aldeia, na Bolívia, para entregar a carroça e pagar aos amigos. Acabaram por emigrar de vez para os Estados Unidos da América, pois naquela aldeia nada era bom para uma vida de qualidade. Nem a água...

Mariana, Diana e Maria João – 6º 4

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Projeto eTwinning - a nossa cidade, a nossa escola


Num dos trabalhos propostos pelos nossos parceiros europeus eram as descrições da nossa cidade e da nossa escola. Aqui ficam algumas das enviadas.
 
                                                                           
 
                                                        Our city
Lamego is a Portuguese city in Viseu District, Northern Region and sub​​-region of the Douro, with 8848 inhabitants, being the second largest city in the district.

The city is situated on the south bank of the River Douro, was part of the province of traditional Tras-os-Montes and Alto Douro and, according to some, was part of Transmontana Beira, which was the main city. Considered a historic and monumental city, because it has a lot of monuments, churches and stately houses, and also a Portuguese diocese.

 
Lamego est une ville portugaise dans le District de Viseu, Région du Nord et sub-région du Douro, avec 8848 habitants. C’est la deuxième plus grande ville dans le quartier. La ville est située sur la rive sud du fleuve Douro, faisait partie de la province du traditionnel Tras-os-Montes et Alto Douro et, selon certains, a fait partie de Transmontana Beira, qui était la ville principale. Considérée comme une ville historique et monumentale, car il a beaucoup de monuments, des églises et des maisons seigneuriales, est aussi un diocèse portugais.


A nice school in Lamego 

Currently, E. B. 2, 3 of Lamego, is located in this city, Lamego, in the Fafel street. This school belongs to the Group of Schools Latino Coelho.
The school consists of several rooms, including: music rooms, drawing, teachers and normal classrooms. There are also a cafeteria, stationery, library and bar. On the outside, but still within the precincts of the school, there are two gymnasiums, indoor soccer field, volleyball court and a large playground.
There are many activities for when there are no classes: table tennis, volleyball and futsal. However, there are also clubs: mathematics, arts, theater and creative writing.
The school has good conditions, both in summer and in winter. In the summer, school is cool and in winter the heating makes it more comfortable.
The teachers are friendly, but very demanding. It is usually one teacher for each subject.
I really like this school and I know that there are many students and parents who love her.


Tiago – 6º5 – E. B. 2, 3 de Lamego
 
My school
My name is Mariana Santos and I attend the E. B. 2, 3 Lamego. It's a fun place, with the practice field for soccer, basketball and volleyball. It also has huge windows, four doors to students, but usually only two are open. There is only one entry for teachers.
Everything in the school is good, except the queue for lunch. We have many students, the meals are usually delicious, but on some days it is not to our liking.
At the entrance there is enough surveillance because without the signed book will not let us leave. Teachers are demanding, but have moments of relaxation for conducting interactive games and others at recess or in clubs.
In the interval we almost all for the volley ball court, in integrated teams or we just passed ball.
The employees are friendly, the lockers for storing equipment during the school day are individual, but allow us to join in with another colleague and thus allocate space (two in each locker).
In general, our school is a good place to learn and we all like to attend.
 
Mariana Santos – 6º 5, E. B. 2, 3 de Lamego





Projeto europeu eTwinning

Ao longo do mês de outubro, alunos da E. B. 2,3 de Lamego participaram com trabalhos para o projeto eTwinning, a comunidade de escolas da Europa, que está inserido no projeto Comenius. Através da partilha e do trabalho colaborativo e com o recurso às TIC e outras ferramenta em linha, estamos em comunidade de aprendizagem. Os trabalhos já enviados por via eletrónica e digital subordinam-se a temas e assuntos que se inserem no currículo de várias disciplinas: português, inglês, ciências e matemática. Aqui ficam alguns trabalhos que foram enviados e todos os meses tentaremos publicar sempre uma amostra daqueles que são objeto das propostas dos vários grupos e parceiros europeus que connosco trabalham.
Três desse projetos são: "You, me and others, that's us", "Discover my life and environment" e "Virtual trip around Europe". Todos eles nos pediram a descrição de pessoas, da escola e da nossa cidade. Ficam alguns dos que enviamos.

Isilda Lourenço Afonso

Quem sou eu?

Olá!

Chamo-me Ana Luísa, tenho 11 anos e dois irmãos. Sou irmã gémea da Ana Sofia e do meu irmão Ricardo (somos trigémeos). A minha mãe chama-se Carla Sofia e é dona de casa. O meu pai chama-se António Manuel e é comerciante. Na minha casa vivem 8 pessoas: os meus pais, os meus irmãos e a minha tia.
Eu frequento a Escola E. B. 2, 3 de Lamego. As minhas disciplinas favoritas são: Educação Física e Inglês. A minha cor preferida é o amarelo. Gosto muito de gatos.


Who am I?

Hello!
My name is Ana Luisa, I'm 11 years old and I have got two brothers. I'm the twin sister with Ana Sofia and also with my brother Ricardo (we are triplets). My mother's name is Carla Sofia and she is a homemaker.
My father is Manuel António and he is a merchant. At home we live 8 people: my parents, my brothers and my aunt.I attend the school E. B. 2, 3 Lamego. My favorite subjects are English and Physical Education. My favorite color is yellow. I love cats.

Uma reflexão

Olá!
Sou a Bruna, tenho 10 anos, vivo numa aldeia chamada Sande.
Frequento a escola básica 2, 3 de Lamego que fica a 6 k da minha aldeia.
Quando for grande, gostava de ser pediatra porque gosto muito de crianças. Uma das razões que me leva a querer ser pediatra foi ter um irmão.
Tenho outra paixão: os animais. Tenho 3 animais de estimação: um pastor alemão de raça pura e dois periquitos - o Azulão e o Amarelito.
Nos tempos livres gosto de brincar com o meu irmão, ver tv e jogar computador.


A reflexion
 
Hello!
I'm Bruna, I am 10 years old, I live in a village called Sande.
I attend the school 2, 3 Lamego which is 6 km from my village.
When I am adult, I would like to be a pediatrician because I love children. One of the reasons that makes me want to be a pediatrician was having a brother.
I have another passion: animals. I have 3 pets: a German Shepherd purebred and two parakeets - the Bluebird and Amarelito.
In free time I like to play with my brother, watch TV and play computer.


Sou a Alexandra

 
Olá!
Sou Maria Alexandra dos Santos Teixeira. Tenho 11 anos e faço anos no dia 2 de Abril.
O meu cabelo é longo e escuro. A minha cara tem uma forma oval, olhos castanhos escuros, o nariz mais ou menos bicudo, lábios mais ou menos grossos. Sou morena e alta, mas elegante.
Visto-me bem (acho eu), combino as cores e a roupa também. Sou muito convencida, simpática e acho que sou bonita, directa, vingativa e justa.
Não gosto que me tratem mal, nem que me berrem (só me berram os meus pais, só eles é que me podem fazer isso).
Gosto de alguma comida, por isso mesmo é que sou esquisita. Gosto de praticar desporto, divertir-me...


                                                                 I’m Alexandra

Hello!
I'm Alexandra Maria Teixeira dos Santos. I am 11 years old and my birthday is on the 2nd of April.
My hair is long and dark. My face is oval, I have dark brown eyes, the nose is, more or less, weevil, lips more or less thick. I'm brunette and tall, but elegant.
I dress well (I think), I combine the colors and clothes too. I'm very satisfied, friendly and I think I'm pretty direct, vengeful and fair.
I do not like to treat me badly, nor that cry to me loud (just my parents can cry to me).
I enjoy some food, so even that it is weird. I like to play sports, have fun ...












terça-feira, 30 de outubro de 2012

Uma carta doce...


Vale das Árvores, 13/08/2010
Querida Gota de Mel:

Estou aqui em Vale das Árvores com muitas novidades para te contar.
Há uma semana, a minha grande amiga, Flor de Chá, veio a minha casa. Trouxe a sua gatinha chamada Cerejinha e estivemos a brincar com ela. A Cerejinha tem o pelo branquinho e muito fofinho.
Primeiro fomos ao lago. Estivemos a ver os peixinhos e até apanhámos um, ao qual demos o nome de Bombom.
De seguida, dirigimo-nos para um jardim a poucos quilómetros de minha casa. Era um jardim lindíssimo, cheio de flores e muitas árvores à volta. Passámos a maior parte do tempo a fazer jogos. E a Cerejinha brincou connosco!
Na hora do lanche estendemos uma toalha de piquenique na relva e a Flor de Chá bebeu uma chávena de chá, eu bebi um sumo de morango fresquinho, mas as duas comemos cerejas vermelhinhas com a Cerejinha. Foi brutal!
Gostava muito que tivesses estado connosco, mas em breve vamos matar as saudades e ter uma aventura tão divertida como esta!

Um grande beijinho da tua prima que te adora,

                                     Docinho de Morango
 
Ana Filipa - 6º 4

 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A visita a Óbidos



           
              Todas as vezes que vou visitar os meus avós, que moram em Lisboa, da autoestrada vê-se a aldeia de Óbidos que fica dentro de uma muralha, que a protege. Eu e a minha irmã sempre quisemos lá ir. Este ano, como estávamos em casa dos nossos avós e tínhamos tempo livre, os meus pais decidiram visitar a Aldeia de Óbidos. Eu e a minha irmã ficámos contentíssimos.                   
              Na tarde em que decidimos sair para a tão desejada visita, o dia estava maravilhoso e até nos calhava bem. Assim que entrámos subimos uns degraus e vimos uma muralha enorme que parecia nunca mais acabar. Os meus pais decidiram percorrer a pé essa muralha, mas tivemos que dar as mãos uns aos outros para não cairmos, porque era muito estreita. O mais interessante é que fomos dar ao mesmo sítio por onde tínhamos começado. Lá em cima senti-me um aventureiro e imaginei aquelas muralhas a serem vigiadas pelos sentinelas no tempo de guerra. 
             A paisagem é linda! As casas são pequenas e pintadas de azul e algumas são lojas artesanais de Óbidos ou restaurantes. Há ainda uma igreja muito antiga onde se realizam muitos casamentos.
             Tirámos a fotografia de família e regressámos a casa. 


                      Tiago - 6º 5                                                                          

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cartas que escrevemos...

Uma das competências a desenvolver com o programa de português de 6º ano, na expressão escrita, é a elaboração de cartas.
Escrevemos muitas, mas aqui ficam duas um pouco fora do comum. Leiam-nas e escrevam outras.
(A professora - Isilda Afonso)



Cidade Mágica, 15 de outubro de 2012

Querida prima Lila,

 Tenho pensado muito em ti. Está tudo bem por aí?
Nem sabes o que me aconteceu! Quando eu te contar, nem vais acreditar! Esta semana fui até à Vila das Fadas com a minha mãe, pois ela precisava de tratar de uns assuntos lá das suas compras femininas.
Quando aí cheguei encontrei a amiga de infância, a Flora! Nem imaginas como está crescida! Assim que me viu, ela veio logo ter comigo, abraçou-me e começou a fazer mil e uma perguntas; também perguntou por ti. Quando acabou de fazer as perguntas, convidou-me a ir a casa dela. Eu aceitei. Claro que primeiro pedi autorização à minha mãe.
No caminho até casa, a Flora não se calou! Contou-me as novidades todas. Há dois meses nasceu a maninha dela, a Rosinha, ela é muito fofinha.
Quando chegámos a casa, a mãe dela veio logo cumprimentar-me, mostrou-me todos os recantos  e convidou-me para lanchar.
Sei o que estás a pensar:
“Que sortuda! Bebeu o maravilhoso leite da vaca Mimi!”
 Pois foi e estava delicioso!
 Depois do lanche a minha mãe foi buscar-me.
Foi um dia «altamente»!

                                                                                                   Muitos beijinhos,

                                                                                                         Stela

P.S.   A Flora deu-me o número dela, podemos ligar-lhe sempre que quisermos.
 
                                               
                                                 País dos Corações, 29 de julho de 3013
Olá, Periquita!
Estou no país dos corações com os meus pais e a minha avó. A viagem foi muito comprida, mas cá chegamos. Isto por cá está a correr às mil maravilhas!
Vou contar-te aquilo que há por aqui.
As árvores são em forma de coração, as casas com corações, até há cães em forma de coração e muitas outras coisas que ainda não vi, mas que já me disseram que são algo que nos fascina.
Estou a passar as férias num hotel super espetacular. Queres saber porquê?
Porque as pessoas no hotel são muito alegres. Há um elevador que é feito de algodão doce só que não se pode comer, senão caímos. O meu quarto é fora do vulgar: tem vista para o mar. Já fui à praia e só vi pessoas com toalhas com corações e guarda-sóis em forma de corações. Eu fiquei na praia até ao meio-dia. Lá encontrei uma moça que é do hotel onde eu estou e tornámo-nos amigas.
A seguir fui almoçar a um restaurante chamado ´´A terra dos corações``. Depois disso, fui dar uma volta pela cidade. Quando anoiteceu, fui para casa. Encomendámos uma pizza.
Quando chegar ao país das maravilhas vou contar-te o resto.
Beijinhos da tua,  
                                      Pinguim

Cartas da autoria da Diana e da Ana Margarida - alunas do 6º 4