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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O senhor ao contrário



O senhor ao contrário
É muito maluquinho
O senhor ao contrário
Mete a roupa na cama
E enfia-se no armário.

Com luvas nos pés
E sapatos nas mãos
Ao fazer o pino
É um grande aldrabão.

O senhor ao contrário
É atordoado da cabeça
Não sabe o que diz
E não sabe correr depressa.

Dorme na mesa
E come na cama
Quando sai à rua
Anda sempre de pijama.


Ana Catarina 5º6 Nº2
Carolina Malaia 5º6 Nº8

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Uma Viagem num Porta-Lápis

Eu e o Duarte, meu companheiro de quarto, acordámos num ... porta-lápis e o mais curioso é que nem demos conta. Dentro dele vimos que vários objectos falavam, discutiam, acotovelavam-se…
Um lápis e uma tesoura diziam assim:
- Olá, o que estão aqui a fazer?
- Quem nos dera saber! Acordámos e vimo-nos neste lugar – disse eu.
-Então venham connosco. Vamos apresentar-vos quem aqui reside e o que estão aqui a fazer – convidou a tesoura com as suas lâminas bem afiadas.
E lá fomos nós guiados pelos nossos guias. Quando chegámos à central de comboios (pois é, ali havia de tudo como numa cidade), ficámos admirados porque todos os objectos estavam prontos a partir.
- Por que é que todos estão a partir? – inquirimos nós, com muita curiosidade.
- Por uma razão muito simples: estamos na época dos pedregulhos e há que partir para outro lugar, ou seja, para outro porta-lápis – informou o lápis.
- Nós também vamos fazer as malas para irmos de viagem e voltamos já – afirmou a tesoura.
- Bem, e nós? O que vai ser de nós? Também vamos convosco? – perguntou o Duarte que já estava a entrar em parafuso.
- Claro. Nós não iríamos deixar-vos sozinhos – dizia a borracha pronta para apagar as lágrimas que queriam rolar já com as saudades.
Depois de termos preparado as malas e de termos esperado alguns minutos pelos nossos amigos, dirigimo-nos à central de comboios. Pelo caminho ainda tivemos um problema: uns clipes que por ali apareceram tentaram raptar-me, mas o Duarte logo lhes deu um empurrão que, por mais que tentassem, não conseguiam vencer a força do meu amigo. Corremos e quando chegámos ao lugar de partida, fomos imediatamente para outro estojo. Aí sentimo-nos mais seguros para viajar e descobrir mais situações bizarras e ao mesmo tempo engraçadas.

José e Duarte – 6º 1