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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Viver é complicado

Num belo dia
De muito sol,
Um encantador rouxinol
Começou a chilrear
Sem parar de voar.

Por ali perto
Vivia uma andorinha
Na sua casinha.

Muito interessada,
Foi descobrir.
Apesar de cansada
Ia sempre a sorrir.

No meio do caminho,
Começou a cair,
E muito devagarinho
Lá foi ela sem descobrir.

De repente,
Começou a chuva a cair
E a andorinha a sonhar.

Para a ajudar
Veio o melro
Que por pouco
A consegue salvar.

Para os assustar,
Apareceu uma águia,
Que sem parar,
Queria atacar.

Fugiram os dois
Neste dia de primavera
Cansados desta aventura.

Quando pousaram no chão
A andorinha disse
Que ia emigrar
E o melro ia passear.

- Viver é complicado!
-disse uma joaninha,
Que já tinha estudado…

Bárbara Rodrigues – 6º 5

Uma grande família

Num dia de primavera
Lá estava a andorinha e a joaninha
A apanhar sol com o rouxinol.

O melro chilreava
Enquanto a águia voava.

- Sonhar, sonhar
– respondia o pintassilgo
À adivinha da andorinha.

O escaravelho vivia
Num sítio com chuva
Pois já não podia
Comer nenhuma uva.

A andorinha e a joaninha
Encontraram uma libelinha
Perguntaram-lhe
Se queria comer alguma coisinha.

Apareceu o urso
Que hibernou
E o poema acabou…

Joana – 6º5

O pequeno melro


Estava um lindo dia
Quando uma joaninha
Pousava ao pé
De uma bela andorinha.

Neste mesmo dia
Estava muito sol
E a andorinha ouvia um lindo rouxinol.

Muito entusiasmada,
começou a voar
à procura deste
lindo chilrear.

A joaninha, para não
Se sentir sozinha
Logo começou a sonhar.

Esta linda joaninha sonhava
Que num dia de primavera
Um pintassilgo fugia
De um escaravelho.

Assustada com aquele pesadelo
Abriu os olhos.
A andorinha já sabia
Quem cantava tão bem.

Era um melrinho
Que dançava também.

De repente,
Começou a chover.
As gotas de chuva
Eram muito grossas.

A joaninha abrigou-se
Numa enorme árvore.
Achou que
Devia emigrar
E disse mesmo isso
Ao melro.

O melro começou a responder
E a cantarolar…
A joaninha viu uma águia
E pensava
Que não ia viver.

Por isso
Foi ter com a andorinha
Acabou por não emigrar.

O melro deu-lhe
A volta
Mesmo a cantar.

Mara – 6º 5

Um ninho especial


Era um dia quentinho de primavera! O sol brilhava como nunca. Abri as janelas e fui tomar um duche rápido. Fui à varanda apanhar ar puro da natureza. Ao longe, avistei uma andorinha que vinha com uns pauzinhos no seu bico afiado. E vi, por acaso, que estava a fazer o ninho numa caleira da minha casa. Fui vestir-me rapidamente e buscar uma escada para ir ver essa caleira. Primeiro estava a ver se a andorinha saía do ninho.
Demorou muito tempo, mas lá se decidiu. Subi e dei conta que estavam lá três ovos, mas um era diferente dos outros.
Passados seis meses, fui ver o ninho e lá estavam os passarinhos bebés muito giros e arrebitados. Houve um que me chamou logo a atenção. Parecia um melro porque era maior que os outros.
Olhei para o lado e vi um lindo rouxinol a cantarolar para si baixinho.
Cada dia que passava, pensava como é que aquele ovo fora ali parar?
De repente, ouvi uma coisa vinda da caleira. Fui a correr para lá. Era o melro que estava a comer as andorinhas recém-nascidas. Intervim logo. Levei-o para um ninho de melros que eu tinha descoberto há alguns meses. Assim, aquela família de andorinhas passou a viver sem perigo por perto.
No ano seguinte, vieram novamente para a minha caleira. Os filhotes dela estavam maiores e muito mais bonitos do que no ano anterior.

Hugo – 6º 5